sexta-feira, 18 de novembro de 2011
Quando as meninas devem ir ao ginecologista?
Saber qual a hora certa para levar uma menina ao ginecologista é uma dúvida que persiste na mente de muitas mães, já que normalmente são elas que tomam esta decisão - A primeira consulta costuma causar muita apreensão para as adolescentes, porque significa, de forma geral, que ela virou mulher e isso deve ser compreendido. Para o ginecologista e psicólogo Jorge Serapião, não é necessário levar uma criança de 8, 9 ou 10 anos ao ginecologista apenas porque teve a primeira menstruação (menarca). “Só em caso de sintomas de doenças, como corrimento. A mãe deve estar sempre conversando com a filha para saber se a saúde dela está dentro da normalidade”, explica. “Não há vantagem efetiva em levá-la ao especialista tão nova”, afirma. “Nessa idade, a menina tem um pudor acentuado com médicos homens, e as mães devem respeitar isso, optando por uma médica. Na adolescência, as mulheres se sentem menos constrangidas”, completa o especialista. A mulher deve ir ao ginecologista assim que inicia a vida sexual ou ao apresentar sintomas de alguma doença. A adolescente deve fazer a sua escolha ao longo das consultas. Jorge Serapião explica que, geralmente, a mãe escolhe o ginecologista da filha. Entretanto, muitas vezes a filha não aceita o ginecologista da mãe, principalmente se for homem. “Nesse caso, para a mãe ficar mais tranqüila, ela deve pedir a indicação de uma ginecologista ao seu médico de confiança”, sugere. Uma questão bastante complicada que frequentemente acontece nos consultórios é a mãe querer saber tudo sobre a filha. “Nem sempre as meninas desejam que a mãe fique ciente de tudo e pede segredo ao médico. É fundamental que ele preserve eticamente a informação de sua paciente. Claro que isso depende do fato. Se há risco para a vida da adolescente, o médico deve contar à mãe”, afirma. Hoje, basta uma consulta anual para fazer preventivo quando há vida sexual ativa e sem sintomas de doença. A partir dos 40-45 anos, a mulher deve incluir no exame a mamografia. Caso haja precedentes na família ou qualquer outro motivo, o profissional pode solicitar o processo mais cedo.
Ir ao ginecologista não tem Mistérios
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Na vida das garotas, um assunto em especial provoca um grande frio na barriga: a primeira visita ao ginecologista. Mas antes de vocę ficar ansiosa e morrendo de vergonha de ir ŕ consulta, saiba que esse especialista nada mais é do que a pessoa certa para resolver aquele monte de dúvidas que a gente tem sobre as transformaçőes do corpo, virgindade, higiene íntima, cólicas e sexualidade. Por isso, leia as perguntas e respostas que preparamos para deixá-la mais tranqüila para enfrentar esse momento tăo importante na vida da gente! Quando devo ir ao ginecologista pela primeira vez? Năo existe, na verdade, uma idade certa para isso. O que pode determinar que a hora de marcar uma consulta nessa especialidade chegou é a primeira menstruaçăo. Outros motivos, entretanto, podem apressar a consulta. Entre eles, queixa de cólicas e corrimento, excesso de pęlos pelo corpo, acne, demora para a chegada do primeiro ciclo menstrual ou qualquer outra dúvida com relaçăo ŕ puberdade. O que acontece na primeira consulta? Năo existe uma regra, mas geralmente a primeira ida ao ginecologista resume-se a um bom bate-papo! É isso mesmo: o médico vai querer saber tudo sobre a sua vida, perguntando coisas básicas para entender como anda sua saúde. Com isso, vocę vai ter de falar sobre seus hábitos, doenças que já teve, doenças na família, como é o seu ciclo menstrual, se vocę tem cólicas, se já tem vida sexual ativa, etc. O exame clínico em si deve acontecer apenas quando a garota se sentir preparada. E, no caso das meninas virgens, é importante dizer, ele năo é completo. Quer dizer, nessa situaçăo o ginecologista limita-se a examinar os genitais externos, além de realizar o exame das mamas. Um ultra-som também pode ser solicitado para completar a avaliaçăo clínica. As garotas que já iniciaram a vida sexual podem fazer uma análise ginecológica completa. Nela, a examinaçăo interna é realizada com um aparelhinho chamado espéculo - que é utilizado para o médico conseguir enxergar lá dentro. Pode ser que o ginecologista recolha um material para fazer o Papanicolaou, que é o exame preventivo do câncer de colo uterino. A minha măe precisa entrar comigo na consulta? Só se vocę quiser. Mesmo que ela insista, vocę tem todo o direito de entrar sozinha, caso tenha vontade. Afinal, tem gente que fica mais ŕ vontade de perguntar tudo o que der na telha quando năo tem ninguém por perto. Mas se vocę faz questăo que a sua măe esteja junto, o médico năo pode fazer nenhuma objeçăo. Eu preciso ir ao mesmo médico que minha măe vai há anos? Mais uma vez, a escolha é sua. Se vocę năo se sente ŕ vontade para ir ao mesmo ginecologista que sua măe vai, năo importa o motivo, explique isso a ela. Ela poderá ajudar a encontrar um novo médico e checar se ele é um profissional de confiança. Médico ou médica? Vocę decide! Esta decisăo é muito pessoal, por isso vocę tem de escolher o profissional que a deixa mais ŕ vontade. E, se vocę for a uma consulta e năo gostar do médico escolhido, năo tenha receio de trocá-lo. Sentir-se confortável com o especialista é a principal ferramenta para garantir que sua saúde será bem avaliada, afinal, năo tem nada a ver vocę continuar indo a um médico para o qual tem vergonha de tirar suas dúvidas, năo é verdade? E se vocę quer sentir-se ainda mais segura quando for ŕ consulta, converse com suas amigas e as mulheres da família. Vocę perceberá, no fim, que o ginecologista é seu grande aliado para garantir uma boa saúde!
Entenda seu ciclo menstrual
Primeiro alguns dados Toda menina nasce com até 450 mil óvulos armazenados nos ovários. Na época da primeira menstruação, geralmente entre os 10 e os 14 anos, esses óvulos começam a ser amadurecer e a ser liberados, um a um, mensalmente. O óvulo é liberado do ovário e cai em estruturas parecidas com franjas na extremidade da tuba uterina (ou trompa de Falópio), que o vão transportando, devagar, com um movimento ondulatório, até o útero. Se no meio do caminho o óvulo for fertilizado por um espermatozóide, ele vai se alojar quando chegar ao útero e se multiplicar até se transformar no bebê e na placenta. Se a fertilização não acontecer, o óvulo será eliminado, junto com o revestimento interno do útero -- o que compõe sua menstruação. Como é um ciclo menstrual normal? Um ciclo menstrual normal costuma durar 28 dias, contando desde o primeiro dia da menstruação até o início da menstruação seguinte. Há mulheres que têm ciclos bem mais curtos, com até 23 dias, e outras possuem ciclos mais compridos, de até 35 dias. Ciclos mais curtos ou mais longos que isso têm mais probabilidade de ser anormais, por isso é aconselhável conversar com o ginecologista. Também é preciso ser avaliada pelo médico se você tiver sangramentos no meio do ciclo ou depois de ter relações sexuais. Como os hormônios funcionam Seu ciclo menstrual é controlado por uma série de hormônios produzidos por partes diferentes do corpo: • Hormônio liberador de gonadotropina (produzido pelo hipotálamo, que fica no cérebro) • Hormônio folículo-estimulante (produzido pela hipófise, uma glândula que também fica no cérebro) • Hormônio luteinizante (também produzido pela hipófise) • Estrogênio (produzido pelos ovários) • Progesterona (também produzida pelos ovários) O processo começa no cérebro. O hipotálamo produz o hormônio liberador da gonadotropina (GnRh), que vai até a hipófise e determina a produção ali do hormônio folículo-estimulante (FSH). O FSH entra na corrente sanguínea e chega até os ovários, estimulando o amadurecimento dos óvulos. Entre 15 e 20 "sacos", chamados folículos, contendo óvulos começam a amadurecer. Um deles (às vezes dois ou mais) se desenvolve mais rápido que os outros: é o folículo dominante. O FSH também estimula os ovários a produzir estrogênio. Esse hormônio incentiva os óvulos a amadurecer e determina que o revestimento interno do útero fique mais espesso, para que possa abrigar um eventual óvulo fertilizado. Ovulação: o óvulo é liberado À medida que os níveis de estrogênio no sangue aumentam, os níveis de FSH diminuem temporariamente, para depois crescerem de novo. Esse novo aumento é acompanhado pela forte secreção pela hipófise do hormônio luteinizante (LH). É o LH que deflagra a ovulação -- o momento em que o óvulo mais maduro rompe o folículo e sai do ovário. Logo que é liberado, o óvulo é capturado pela extremidade da tuba uterina (ou trompa de Falópio). O colo do útero, o "gargalo" que une o útero à vagina, normalmente produz um muco opaco e espesso, que os espermatozóides não conseguem penetrar. Pouco antes da ovulação, no entanto, o estrogênio faz com que essa secreção mude de aspecto: ela fica mais fina, transparente e viscosa, parecida com clara de ovo. Através dela os espermatozóides conseguem passar pelo colo do útero e nadar até as tubas uterinas, para então encontrar o óvulo. É na tuba (ou trompa) que a fertilização costuma acontecer. Depois da ovulação Dentro do ovário, o folículo vazio de onde o óvulo saiu se transforma no corpo lúteo. Trata-se de um pequeno aglomerado de células amarelado, que começa a produzir a progesterona. A ação da progesterona faz com que o muco que reveste o colo do útero e a vagina volte a ficar opaco e impenetrável aos espermatozóides. Também estimula o revestimento interno do útero, que fica mais espesso e de aspecto esponjoso, devido ao forte afluxo de sangue. É o endométrio, que está pronto para receber o zigoto (óvulo fertilizado por um espermatozóide). Conforme a concentração de progesterona no corpo aumenta, os seios ficam mais volumosos e sensíveis. A hipófise pára de produzir o FSH, para que nenhum outro óvulo amadureça. Quando há fertilização... Quando um espermatozóide fertiliza o óvulo dentro da tuba uterina, o óvulo continua descendo até chegar ao útero, onde se aninha no endométrio, o revestimento interno do útero. A essa altura, o zigoto já possui cerca de 150 células. A viagem desde o ovário até o útero leva cerca de cinco dias. Os níveis de progesterona continuam altos, o corpo lúteo continua trabalhando e pode se transformar num cisto temporário, e é possível que você comece a sentir os primeiros sintomas da gravidez. Quando não há fertilização... Se o óvulo não for fertilizado ou se, mesmo fertilizado, não conseguir se implantar no endométrio, ele começa a se desintegrar, e o corpo lúteo diminui. Os níveis de estrogênio e de progesterona caem, e o revestimento interno do útero começa a produzir prostaglandina. Essa substância modifica a irrigação sanguínea do útero, fazendo com que o endométrio se rompa e que o útero comece a se contrair para expulsá-lo (daí a cólica menstrual). A menstruação desce, e o óvulo não-fertilizado é eliminado junto com o revestimento uterino. Com isso, o ciclo recomeça.
Perguntas e Respostas Ginecologia
PERGUNTA: Pega-se herpes genital mesmo que nao se apresenta o sintoma? Pega-se herpes labial com sexo oral?
RESPOSTA: somente se transmite herpes se ocorrer lesoes ativas , o sexo oral com lesoes pode transmitir a doença.
PERGUNTA: Depois que minha menstruação desce tenho um corrimento meio amarelado. Gostaria de saber o que pode ser isso?
RESPOSTA: É provável que esteja com infecção, tricomonas e um dos casos que pioram apos a menstruação. Faça uma consulta.
PERGUNTA: Já tem mais de um mês que apareceu na vagina do lado de fora, uns caroços que não dói mas me incomoda. o que pode ser?
RESPOSTA: É provável que seja um cisto de bartholin, decorrente de uma infecção da glândula, as vezes precisa operar. Consulte um ginecologista.
PERGUNTA: Tem a possibilidade de não aparecer que a mulher esteja grávida no ultrasson e também no exame de sangue, se ela estiver grávida?
RESPOSTA: Sim, se for muito precoce. Exames de sangue para hcg raramente falham, principalmente se realizados após o atraso menstrual.
PERGUNTA: Qual o melhor período para fazer o exame preventivo(papanicolau)?
RESPOSTA: Poderá realizar o exame, três dias após o término da menstruação e abstinência sexual. PERGUNTA: Por que estou sem menstruar. Já fiz o teste de gravidez e deu negativo.
RESPOSTA: Normalmente tem causas hormonais, alterações de tireóide ou prolactina, causas psicológicas, uso de medicamentos, etc. Faça uma consulta médica.
PERGUNTA: Faz algum tempo, tenho sentido um ardor horrível após a relação. Já fiz diversos exames que não acusam nada. Meu médico encontrou uma bactéria que está tratando, mas mesmo assim ainda sinto um pouco de ardência. O que pode ser?
RESPOSTA: o caminho para o seu tratamento esta certo, pode ser que esteja com algum tipo de infecção mesmo e que necessita do uso de antibiotico mais especifico.
PERGUNTA: Perdi minha virgindade, sendo que na hora eu não sangrei, mais depois de 2 dias estou sangrando, principalmente quando eu faço xixi, isso é normal?
RESPOSTA: Sim, pois ocorreu ruptura do hímen , porém se tiver muita dor ao fazer xixi, pode ser infecção de urina, procure uma avaliação.
PERGUNTA: Gostaria de saber, porque quando eu faço sexo, sangro um pouco, nao sinto nenhuma dor. Acontece mais quando estou pra ficar menstruada, ou então após uns dias do término da menstruação. RESPOSTA: não é possível deteriminar, pode ser que voce esteja com uma ferida no colo do útero ou outra lesão, sugiro uma avaliação ginecológica.
PERGUNTA: Tenho um ferida no útero há vários anos,ja fiz cauterizaçao 3 vezes e nao deu muito resultado, as vezes sinto colicas sem estar no periodo menstrual, será que tem alguma coisa relacionada com isso? RESPOSTA: Uma "ferida " no útero pode não necessitar obrigatoriamente a cauterização. O meu conselho é que faça uma Colposcopia, e avaliar se existe alguma área que necessite de tratamento. Se o colo estiver OK, mantenha apenas o controle semestral.
PERGUNTA: Transei com meu namorado sem penetração... Tenho chance de engravidar... acho que ainda sou virgem.
RESPOSTA: Se a relação não foi consumada, dificilmente você engravidaria. A ejaculação na entrada da vagina mesmo sem penetração, poderia permirtir o espermatozoide entrar. De qualquer maneira, um conselho, sempre use a camisinha. Protegerá você de uma gestação indesejada e de uma infecção. PERGUNTA: Pode ficar grávida, tomando pílula anticoncepcional?
RESPOSTA: A pílula contém hormônios, que podem afetar a formação de seu bebê. Se você está tomando adequadamente, não pode ter engravidado.
PERGUNTA: Estou gravida de 37 semanas,e sinto fortes dores e endurecmento na barriga,gostaria de saber se é normal,fiz a aminiocentese e deu normal,tenho receio de não saber se estou em trabalho de parto, gostaria que me ajudassem. Sinto muitas caibras no pé da barriga nestes ultimos 3 dias.obrigada e conto com vcs.
RESPOSTA: Durante toda a gestação o útero se contrai. São contrações indolores, que duram 10 a 20 segundos. Se esta começarem a ser dolorosas , alerte seu médico para tal. As vezes o stress , cansaço ou esforço aumentam as contrações. Procure ficar mais calma e repousar para levara gestação até a 39/40 semana.
PERGUNTA: O que faz diminuir a ação do anticoncepcional e levar a gravidez?
RESPOSTA: Não existe diminuição do anticoncepcional. Se houver esquecimento da tomada, os niveis hormonais diminuem e a proteção da contracepção pode não agir, uma ovulação ocorrer e engravidar. Procure não esquecer. No máximo tome até 12 horas após a hora habitual. Se passar deste periodo, procure fazer outro método contraceptivo.
PERGUNTA: Minha menstruação não vem mais a um 1 ano e sete meses isso é grave? o que devo fazer? RESPOSTA: A falta de menstruação denota uma alteração de sua função hormonal. Deve ser avaliada e se necessário tratada. A falta da regra em si não traz qualquer dano, mas a alteração hormonal que causa a falta da menstruação, sim pode provocar desconforto. . Procure seu ginecologista para uma avaliação hormonal PERGUNTA: Gostaria de saber se a candidíase vulvovaginite se atrasa a mestruação.
RESPOSTA: A infecção vaginal não interfere no funcionamento do útero e ovários. São duas coisas diferentes. Procure seu medico para um bom diagnóstico
PERGUNTA: Menstruei uma vez faz quase 9 meses, só que numca mais menstruei. Sei que não estou gravida pois sou virgem. Gostaria de saber por que não menstruei mais.
RESPOSTA: As primeiras menstruações, podem ser irregulares sem que isto denote qualquer tipo de problema. Se passar de um ano sem que menstrue, procure um ginecologista para avaliar seus hormônios e lhe explicar o que pode estar acontecendo.
PERGUNTA: Minha mulher fez laqueadura há 7 anos Ela tem 29 anos. Tem chance de fazer a reverçao? RESPOSTA: A reversão da laqueadura pode ser tentada através de uma videolparoscopia, após alguns exames de avaliação. Outra possibilidade seria a fertilização in vitro , na qual não utilizariamos as trompas. Retiramos o ovulo, fecundamos no laboratorio e transferimos diretamente para o utero, sem a necessidade de cirurgia.
PERGUNTA: Tenho micropolicistico, fiz um tratamento de mais de 1 ano com anticoncepcional e nao obtive resultados. Somente aumentou o tamanho o meu óvulo esquerdo. Gostaria de saber se existe um método caseiro que eu possa usar para diminuir ou acabar e se corro risco de nao engravidar.
RESPOSTA: Os ovários policísticos são uma patologia de fundo hormonal. Não há no momento um tratamento de cura para esta patologia. O uso de pilula é um tratamento sintomático, ao parar tudo voltaria ao normal. Sugiro que procure um especialista para tratamento fertilidade
PERGUNTA: quero saber porque a capitura híbrida para hpv é indicada apenas para mulheres acima de 25 anos e quais são os exames que precisam ser realizados para saber se este virus existe? No homem com o tempo pode desaparecer as bolinhas?
RESPOSTA: O HPV é diagnósticado através do exame preventivo do câncer, o Papanicolau. Deve ser feito por todas as mulheres com vida sexual, independente da idade. Quando descoberto a infecção por HPV, o mais importante é sabermos se existe uma lesão no colo do utero e qual a agressividade desta lesão. A captura híbrida é um dos exmaes que podem ser feitos, mas não é considerado, hoje, fundamental. Lembrem-se que a vacina do HPV deve ser aplicado em TODAS as mulheres que tenham vida sexual, e não estejam casadas ou em relação estável longa.
PERGUNTA: O que podemos ver através do ultrasom em uma gravidez?
RESPOSTA: A partir de 6 semanas de gestação o ultrasom já permite visualizar o embrião e os batimentos cardíacos. Daí em diante em determinadas datas, são realizados exames que mostrarão certas particularidades, buscando saber se o bebe é saudavel. Habitualmente fazemos exames na 6* semana, na 12* semana para avaliar a translucência fetal, na 22* semana para o exame morfologico, e depois avaliações da placenta e análise cardíaca do bebe.
PERGUNTA: Gostaria de saber se tem como dar negativo o teste de gravidez bhcg?
RESPOSTA: O teste do beta HCG, demonstra a presença deste hormônio no sangue. A partir de 14 dias da ovulação, o exame deve ser positivo. Se negativo, o exame pode ter sido feito precocemente e ainda não positivou. O exame de urina, é menos sensível, podendo apresentar falso negativo. Se a regra estiver atrasada, procure um bom laboratório e faça o exame de sangue.
PERGUNTA: Gostaria de saber se tem risco de engravidar quando temos relação menstruada? RESPOSTA: O utero se prepara para receber o embrião, produzindo o endométrio, que é a camada interna que recobre a cavidade. Se a menstruação ocorre é porque a mulher não engravidou, o ciclo hormonal se interrompe e o endométrio é eliminado. Inica-se um novo ciclo e novo endométrio é produzido para receber o embrião. Logo, uma relação sexual na menstruação, não permite uma gravidez , pois não há ovulação neste período e não há endométrio para um embrião se implantar. Cuidados devem ser tomados, pois a mulher pode sangrar(e não menstruar) durante o ciclo, e à vezes algumas mulheres sangram na ovulação. Confundir um sangramento com menstruação pode levar a riscos de engravidar. Consulte seu ginecologista para um método de prevenção.
RESPOSTA: somente se transmite herpes se ocorrer lesoes ativas , o sexo oral com lesoes pode transmitir a doença.
PERGUNTA: Depois que minha menstruação desce tenho um corrimento meio amarelado. Gostaria de saber o que pode ser isso?
RESPOSTA: É provável que esteja com infecção, tricomonas e um dos casos que pioram apos a menstruação. Faça uma consulta.
PERGUNTA: Já tem mais de um mês que apareceu na vagina do lado de fora, uns caroços que não dói mas me incomoda. o que pode ser?
RESPOSTA: É provável que seja um cisto de bartholin, decorrente de uma infecção da glândula, as vezes precisa operar. Consulte um ginecologista.
PERGUNTA: Tem a possibilidade de não aparecer que a mulher esteja grávida no ultrasson e também no exame de sangue, se ela estiver grávida?
RESPOSTA: Sim, se for muito precoce. Exames de sangue para hcg raramente falham, principalmente se realizados após o atraso menstrual.
PERGUNTA: Qual o melhor período para fazer o exame preventivo(papanicolau)?
RESPOSTA: Poderá realizar o exame, três dias após o término da menstruação e abstinência sexual. PERGUNTA: Por que estou sem menstruar. Já fiz o teste de gravidez e deu negativo.
RESPOSTA: Normalmente tem causas hormonais, alterações de tireóide ou prolactina, causas psicológicas, uso de medicamentos, etc. Faça uma consulta médica.
PERGUNTA: Faz algum tempo, tenho sentido um ardor horrível após a relação. Já fiz diversos exames que não acusam nada. Meu médico encontrou uma bactéria que está tratando, mas mesmo assim ainda sinto um pouco de ardência. O que pode ser?
RESPOSTA: o caminho para o seu tratamento esta certo, pode ser que esteja com algum tipo de infecção mesmo e que necessita do uso de antibiotico mais especifico.
PERGUNTA: Perdi minha virgindade, sendo que na hora eu não sangrei, mais depois de 2 dias estou sangrando, principalmente quando eu faço xixi, isso é normal?
RESPOSTA: Sim, pois ocorreu ruptura do hímen , porém se tiver muita dor ao fazer xixi, pode ser infecção de urina, procure uma avaliação.
PERGUNTA: Gostaria de saber, porque quando eu faço sexo, sangro um pouco, nao sinto nenhuma dor. Acontece mais quando estou pra ficar menstruada, ou então após uns dias do término da menstruação. RESPOSTA: não é possível deteriminar, pode ser que voce esteja com uma ferida no colo do útero ou outra lesão, sugiro uma avaliação ginecológica.
PERGUNTA: Tenho um ferida no útero há vários anos,ja fiz cauterizaçao 3 vezes e nao deu muito resultado, as vezes sinto colicas sem estar no periodo menstrual, será que tem alguma coisa relacionada com isso? RESPOSTA: Uma "ferida " no útero pode não necessitar obrigatoriamente a cauterização. O meu conselho é que faça uma Colposcopia, e avaliar se existe alguma área que necessite de tratamento. Se o colo estiver OK, mantenha apenas o controle semestral.
PERGUNTA: Transei com meu namorado sem penetração... Tenho chance de engravidar... acho que ainda sou virgem.
RESPOSTA: Se a relação não foi consumada, dificilmente você engravidaria. A ejaculação na entrada da vagina mesmo sem penetração, poderia permirtir o espermatozoide entrar. De qualquer maneira, um conselho, sempre use a camisinha. Protegerá você de uma gestação indesejada e de uma infecção. PERGUNTA: Pode ficar grávida, tomando pílula anticoncepcional?
RESPOSTA: A pílula contém hormônios, que podem afetar a formação de seu bebê. Se você está tomando adequadamente, não pode ter engravidado.
PERGUNTA: Estou gravida de 37 semanas,e sinto fortes dores e endurecmento na barriga,gostaria de saber se é normal,fiz a aminiocentese e deu normal,tenho receio de não saber se estou em trabalho de parto, gostaria que me ajudassem. Sinto muitas caibras no pé da barriga nestes ultimos 3 dias.obrigada e conto com vcs.
RESPOSTA: Durante toda a gestação o útero se contrai. São contrações indolores, que duram 10 a 20 segundos. Se esta começarem a ser dolorosas , alerte seu médico para tal. As vezes o stress , cansaço ou esforço aumentam as contrações. Procure ficar mais calma e repousar para levara gestação até a 39/40 semana.
PERGUNTA: O que faz diminuir a ação do anticoncepcional e levar a gravidez?
RESPOSTA: Não existe diminuição do anticoncepcional. Se houver esquecimento da tomada, os niveis hormonais diminuem e a proteção da contracepção pode não agir, uma ovulação ocorrer e engravidar. Procure não esquecer. No máximo tome até 12 horas após a hora habitual. Se passar deste periodo, procure fazer outro método contraceptivo.
PERGUNTA: Minha menstruação não vem mais a um 1 ano e sete meses isso é grave? o que devo fazer? RESPOSTA: A falta de menstruação denota uma alteração de sua função hormonal. Deve ser avaliada e se necessário tratada. A falta da regra em si não traz qualquer dano, mas a alteração hormonal que causa a falta da menstruação, sim pode provocar desconforto. . Procure seu ginecologista para uma avaliação hormonal PERGUNTA: Gostaria de saber se a candidíase vulvovaginite se atrasa a mestruação.
RESPOSTA: A infecção vaginal não interfere no funcionamento do útero e ovários. São duas coisas diferentes. Procure seu medico para um bom diagnóstico
PERGUNTA: Menstruei uma vez faz quase 9 meses, só que numca mais menstruei. Sei que não estou gravida pois sou virgem. Gostaria de saber por que não menstruei mais.
RESPOSTA: As primeiras menstruações, podem ser irregulares sem que isto denote qualquer tipo de problema. Se passar de um ano sem que menstrue, procure um ginecologista para avaliar seus hormônios e lhe explicar o que pode estar acontecendo.
PERGUNTA: Minha mulher fez laqueadura há 7 anos Ela tem 29 anos. Tem chance de fazer a reverçao? RESPOSTA: A reversão da laqueadura pode ser tentada através de uma videolparoscopia, após alguns exames de avaliação. Outra possibilidade seria a fertilização in vitro , na qual não utilizariamos as trompas. Retiramos o ovulo, fecundamos no laboratorio e transferimos diretamente para o utero, sem a necessidade de cirurgia.
PERGUNTA: Tenho micropolicistico, fiz um tratamento de mais de 1 ano com anticoncepcional e nao obtive resultados. Somente aumentou o tamanho o meu óvulo esquerdo. Gostaria de saber se existe um método caseiro que eu possa usar para diminuir ou acabar e se corro risco de nao engravidar.
RESPOSTA: Os ovários policísticos são uma patologia de fundo hormonal. Não há no momento um tratamento de cura para esta patologia. O uso de pilula é um tratamento sintomático, ao parar tudo voltaria ao normal. Sugiro que procure um especialista para tratamento fertilidade
PERGUNTA: quero saber porque a capitura híbrida para hpv é indicada apenas para mulheres acima de 25 anos e quais são os exames que precisam ser realizados para saber se este virus existe? No homem com o tempo pode desaparecer as bolinhas?
RESPOSTA: O HPV é diagnósticado através do exame preventivo do câncer, o Papanicolau. Deve ser feito por todas as mulheres com vida sexual, independente da idade. Quando descoberto a infecção por HPV, o mais importante é sabermos se existe uma lesão no colo do utero e qual a agressividade desta lesão. A captura híbrida é um dos exmaes que podem ser feitos, mas não é considerado, hoje, fundamental. Lembrem-se que a vacina do HPV deve ser aplicado em TODAS as mulheres que tenham vida sexual, e não estejam casadas ou em relação estável longa.
PERGUNTA: O que podemos ver através do ultrasom em uma gravidez?
RESPOSTA: A partir de 6 semanas de gestação o ultrasom já permite visualizar o embrião e os batimentos cardíacos. Daí em diante em determinadas datas, são realizados exames que mostrarão certas particularidades, buscando saber se o bebe é saudavel. Habitualmente fazemos exames na 6* semana, na 12* semana para avaliar a translucência fetal, na 22* semana para o exame morfologico, e depois avaliações da placenta e análise cardíaca do bebe.
PERGUNTA: Gostaria de saber se tem como dar negativo o teste de gravidez bhcg?
RESPOSTA: O teste do beta HCG, demonstra a presença deste hormônio no sangue. A partir de 14 dias da ovulação, o exame deve ser positivo. Se negativo, o exame pode ter sido feito precocemente e ainda não positivou. O exame de urina, é menos sensível, podendo apresentar falso negativo. Se a regra estiver atrasada, procure um bom laboratório e faça o exame de sangue.
PERGUNTA: Gostaria de saber se tem risco de engravidar quando temos relação menstruada? RESPOSTA: O utero se prepara para receber o embrião, produzindo o endométrio, que é a camada interna que recobre a cavidade. Se a menstruação ocorre é porque a mulher não engravidou, o ciclo hormonal se interrompe e o endométrio é eliminado. Inica-se um novo ciclo e novo endométrio é produzido para receber o embrião. Logo, uma relação sexual na menstruação, não permite uma gravidez , pois não há ovulação neste período e não há endométrio para um embrião se implantar. Cuidados devem ser tomados, pois a mulher pode sangrar(e não menstruar) durante o ciclo, e à vezes algumas mulheres sangram na ovulação. Confundir um sangramento com menstruação pode levar a riscos de engravidar. Consulte seu ginecologista para um método de prevenção.
Sexo e Gravidez
Conflito Esposa-Amante X Esposa-Mãe
A gravidez é um fenômeno diferenciado na vida de um casal. Hoje, cada vez mais, o homem tende a participar neste processo ativamente. É comum encontrarmos homens sentados na sala de espera do consultório de obstetras, ou mesmo saindo do médico com suas esposas grávidas. A gestação pode e deve ser uma etapa vivida a dois. Tanto os homens quanto as mulheres passam por adaptações físicas e emocionais, inclusive na sua relação sexual durante a gestação. Não é raro nos depararmos com mudanças físicas nos parceiros de gestantes, como o aumento de peso e, em algumas situações, intolerância gástrica. Em uma tribo da Nova Guiné, os maridos, após o parto de suas esposas, colocam-se prostrados no leito como mulheres no puerpério (período que segue imediatamente ao parto), apresentando os mesmos sintomas que elas, como dor, desconforto, insegurança, depressão e ansiedade. O Sexo Muda na Gravidez? No 1º trimestre não é raro haver uma perda de desejo sexual por parte das mulheres. Uma 1a fase de contentamento cega as demais sensações, além das mudanças iniciais do corpo e dos genitais. A mulher volta-se para o planejamento de uma vida agora familiar, e não mais apenas de casal. Existem algumas fantasias de causar o aborto nesta fase, o que pode contribuir para a diminuição do desejo no casal, além de desconfortos comuns como náuseas. O conflito básico de se colocar na mesma mulher a figura de mãe e a de esposa-amante pode vir à tona, não só para a futura mãe como também para seu par. Algumas pesquisas referem que alguns homens procuraram pela 1a vez relações extraconjugais nesta etapa da gestação. Ficam confusos em relação ao papel de suas esposas. Alguns sentem-se extremamente enciumados e excluídos, buscando uma terceira pessoa para contrabalançar sua exclusão do par mãe-futuro bebê. O 2º trimestre é demarcado como uma volta do desejo feminino ao normal, ou até mesmo de maior intensidade. Algumas mulheres relatam que nesta fase, o desejo foi o mais intenso de suas vidas, sentindo-se muito atraentes e felizes. Para o homem, pode haver o 1o impacto ao perceber, de fato, a gestação de sua esposa, pois nesse período a barriga torna-se mais aparente. O 3º trimestre apresenta maiores desconfortos, principalmente após o 8o mês. A freqüência urinária pode aumentar e a barriga muda o centro de gravidade da mulher, tornando-a um pouco mais desajeitada ao caminhar. As fantasias voltam, agora de serem flagrados e espiados pelo feto durante a relação sexual. Alguns homens temem bater na cabeça do bebê com o pênis durante a penetração. As posições assumidas no ato sexual vão se restringindo mais, havendo preferência pela posição "de ladinho". A ameaça de aborto é temida, bem como complicações de parto prematuro. Os casais ficam mais reticentes em buscar atividade sexual, e alguns até mesmo se abstêm. Por vezes, a ansiedade nas mulheres por não haver gratificação sexual pode ser mais lesiva que o coito, excetuando-se situações onde haja contra-indicação de atividade sexual pelos riscos de parto prematuro ou descolamento de placenta, por exemplo. No último mês, os obstetras oferecem orientações contraditórias. Alguns recomendam abstinência até o final da gravidez, outros apenas na última semana. Concordam na abstinência se existir algum risco obstétrico. Alguns recomendam sexo até o final mesmo, evitando-se ansiedades sexuais por parte da mulher. Após o parto, recomenda-se um período de abstinência até se recomeçar a vida sexual (aproximadamente de 4 a 6 semanas). No entanto, muitos casais mantêm atividade sexual bem antes disto. A mulher vai apresentar menos desejo sexual devido a alterações hormonais, com aumento da Prolactina e também pela exaustão do pós-parto e dos cuidados iniciais com um bebê.
A gravidez é um fenômeno diferenciado na vida de um casal. Hoje, cada vez mais, o homem tende a participar neste processo ativamente. É comum encontrarmos homens sentados na sala de espera do consultório de obstetras, ou mesmo saindo do médico com suas esposas grávidas. A gestação pode e deve ser uma etapa vivida a dois. Tanto os homens quanto as mulheres passam por adaptações físicas e emocionais, inclusive na sua relação sexual durante a gestação. Não é raro nos depararmos com mudanças físicas nos parceiros de gestantes, como o aumento de peso e, em algumas situações, intolerância gástrica. Em uma tribo da Nova Guiné, os maridos, após o parto de suas esposas, colocam-se prostrados no leito como mulheres no puerpério (período que segue imediatamente ao parto), apresentando os mesmos sintomas que elas, como dor, desconforto, insegurança, depressão e ansiedade. O Sexo Muda na Gravidez? No 1º trimestre não é raro haver uma perda de desejo sexual por parte das mulheres. Uma 1a fase de contentamento cega as demais sensações, além das mudanças iniciais do corpo e dos genitais. A mulher volta-se para o planejamento de uma vida agora familiar, e não mais apenas de casal. Existem algumas fantasias de causar o aborto nesta fase, o que pode contribuir para a diminuição do desejo no casal, além de desconfortos comuns como náuseas. O conflito básico de se colocar na mesma mulher a figura de mãe e a de esposa-amante pode vir à tona, não só para a futura mãe como também para seu par. Algumas pesquisas referem que alguns homens procuraram pela 1a vez relações extraconjugais nesta etapa da gestação. Ficam confusos em relação ao papel de suas esposas. Alguns sentem-se extremamente enciumados e excluídos, buscando uma terceira pessoa para contrabalançar sua exclusão do par mãe-futuro bebê. O 2º trimestre é demarcado como uma volta do desejo feminino ao normal, ou até mesmo de maior intensidade. Algumas mulheres relatam que nesta fase, o desejo foi o mais intenso de suas vidas, sentindo-se muito atraentes e felizes. Para o homem, pode haver o 1o impacto ao perceber, de fato, a gestação de sua esposa, pois nesse período a barriga torna-se mais aparente. O 3º trimestre apresenta maiores desconfortos, principalmente após o 8o mês. A freqüência urinária pode aumentar e a barriga muda o centro de gravidade da mulher, tornando-a um pouco mais desajeitada ao caminhar. As fantasias voltam, agora de serem flagrados e espiados pelo feto durante a relação sexual. Alguns homens temem bater na cabeça do bebê com o pênis durante a penetração. As posições assumidas no ato sexual vão se restringindo mais, havendo preferência pela posição "de ladinho". A ameaça de aborto é temida, bem como complicações de parto prematuro. Os casais ficam mais reticentes em buscar atividade sexual, e alguns até mesmo se abstêm. Por vezes, a ansiedade nas mulheres por não haver gratificação sexual pode ser mais lesiva que o coito, excetuando-se situações onde haja contra-indicação de atividade sexual pelos riscos de parto prematuro ou descolamento de placenta, por exemplo. No último mês, os obstetras oferecem orientações contraditórias. Alguns recomendam abstinência até o final da gravidez, outros apenas na última semana. Concordam na abstinência se existir algum risco obstétrico. Alguns recomendam sexo até o final mesmo, evitando-se ansiedades sexuais por parte da mulher. Após o parto, recomenda-se um período de abstinência até se recomeçar a vida sexual (aproximadamente de 4 a 6 semanas). No entanto, muitos casais mantêm atividade sexual bem antes disto. A mulher vai apresentar menos desejo sexual devido a alterações hormonais, com aumento da Prolactina e também pela exaustão do pós-parto e dos cuidados iniciais com um bebê.
Curetagem - Raspagem Uterina
O que é a raspagem (curetagem uterina) ? Este exame permite recolher amostras do interior do útero. A curetagem, também conhecida por raspagem, é um exame complementar utilizado em ginecologia, quer para diagnóstico quer para tratamento. O útero é um órgão essencialmente constituído por músculo, com uma cavidade interna virtual, uma vez que esta cavidade não se encontra normalmente alargada. Esta cavidade é revestida por uma estrutura muito fina, chamada endométrio. Esta estrutura sofre alterações regulares associadas ao ciclo menstrual. Por outro lado, é nesta estrutura que se implanta o óvulo fertilizado e se desenvolve a gravidez. Esta cavidade uterina é fechada por um dos orifícios do colo do útero. A curetagem pode ser utilizada para recolha de amostras do endométrio, ou para evacuação do conteúdo uterino duma gravidez não evolutiva, associada à alterações fetais que possa constituir uma ameaça para a mãe. A curetagem exige a dilatação do colo do útero para ter acesso à cavidade uterina; a dilatação é feita com instrumentos próprios que se designam de velas; após a dilatação do colo do útero a colheita de material do endométrio ou a evacuação da cavidade uterina é feita com a utilização dum instrumento designado de cureta. O ato de curetagem deve ser muito bem coordenado, sistematizado e suave no sentido de evitar qualquer complicação e de garantir que toda a cavidade uterina foi corretamente explorada. No caso da colheita de material do endométrio este exame pode ser previamente acompanhado da visualização direta da cavidade uterina através dum instrumento de óptica que se designa de histeroscópio. A vantagem da utilização prévia deste instrumento é que nos permite identificar as zonas do endométrio que necessitam de ser recolhidas para outro tipo de exames, tratando-se assim de uma curetagem muito bem orientada. Para que serve Existem duas situações em que se pode recorrer à dilatação e curetagem: para a colheita de material do endométrio/endocolo ou para evacuação uterina (quer num aborto quer na acumulação de sangue ou proliferação do endométrio). Como se realiza Este exame pode requerer a prévia anestesia da doente. Quando se trata apenas da colheita de material do endométrio, a anestesia local pode ser suficiente; uma boa preparação do colo do útero (com medicamentos que provocam a sua dilatação) pode facilitar a dilatação e curetagem sem recurso à anestesia. Na evacuação de conteúdo uterino recomenda-se sempre anestesia geral, pois é necessário um bom relaxamento da doente para executar corretamente este tipo de tratamento. Quem realiza Este exame/método de tratamento é realizado pelos ginecologistas/obstetras. Preparação especial: Pode haver necessidade de anestesia local ou geral. Complicações Tratando-se de ato cirúrgico e, eventualmente, com anestesia, podem existir complicações cirúrgicas e anestésicas. Existe o risco de infecção, de hemorragia ou riscos inerentes à anestesia (geral ou local). Diretamente relacionado com o ato da curetagem, existe o risco de perfuração uterina ou de uma raspagem mais vigorosa que altera as estruturas normais do endométrio e faça com que a doente deixe de menstruar. Vantagem deste exame em face a outro tipo de exame Como exame complementar de diagnóstico, é o exame mais abrangente e orientado que permite a colheita de material do endométrio. Podem ser feitas colheitas de material do endométrio por um método muito simples de introdução dum instrumento muito fino que se designa de PIPELLE ou ainda com um sistema de aspiração chamado de VABRA.
Corrimento Vaginal
Também conhecido como vaginite, o corrimento vaginal é um dos problemas ginecológicos mais comuns e freqüentes na mulher. Alguns tipos são causados por doenças sexualmente transmissíveis, outros por desregulamento da flora vaginal e alguns, inclusive, podem ter origem em fatores psicológicos, como o estresse. Veja mais sobre o assunto… “Toda mulher possui uma secreção própria, que é natural e normal. Esse muco, que no período fértil fica um pouco aumentado, tem aspecto cristalino, como se fosse uma clara de ovo”, explica a ginecologista Silvana Chedid. Quando essa secreção passa a assumir um aspecto esbranquiçado ou amarelo e com odor, acompanhada de coceira, dor (agravada durante a relação sexual) ou ardor, o corrimento pode ter causas patológicas diversas. E elas variam de um simples desequilíbrio orgânico até doenças venéreas, como a gonorréia. “Os agentes de corrimento mais comuns são os fungos. A candidíase, por exemplo, é um dos corrimentos mais freqüentes”, comenta o ginecologista do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, Domingos Auricchio Petti. Com um corrimento de aspecto cremoso e esbranquiçado, a candidíase pode ser adquirida durante a relação sexual, por roupas e objetos contaminados, por causa de uma higiene pessoal inadequada ou quando a mulher apresenta baixa resistência imunológica. Uma dica é tentar manter a região da vagina o mais arejada possível, pois a candidíase aparece quando a área está quente e úmida. “Usar calcinhas de algodão, que permitem uma ventilação melhor e absorvem as secreções, é o mais indicado”, alerta Petti. Outra idéia é dormir sem calcinha para evitar o abafamento da região sempre que possível. Além dos fungos, bactérias e protozoários também são agentes causadores dos corrimentos vaginais. A tricomoníase, por exemplo, que se caracteriza por uma secreção amarelada e ardor, é causada por um protozoário transmitido durante a relação sexual e por roupas e instrumentos ginecológicos contaminados. Esses microorganismos podem ainda contaminar a mulher durante a masturbação. Uma vez que ela se toque sem antes ter tido uma higiene correta das mãos ou dos objetos utilizados, as chances de uma infecção por bactérias e fungos crescem consideravelmente. Alergias a absorventes, amaciantes e produtos de higiene podem também estimular o aparecimento de corrimentos. Nesses casos, o ideal é que se evite o contato com o alergênio em questão, a fim de evitar irritações na região vaginal. Tratamentos: Não há um tratamento específico e padrão para a vaginite, cada caso pede um medicamento direcionado ao agente do corrimento. “Em geral, se usa cremes vaginais e comprimido via oral, mas algumas vezes é necessário o tratamento do parceiro também”, explica Silvana. É importante, no entanto, que a mulher não tente “adivinhar” o que lhe causou o corrimento. Exames ginecológicos como o papanicolau e os laboratoriais são necessários para se definir o melhor tratamento a seguir. Em casos mais simples, o não tratamento da vaginite pode trazer à mulher apenas um desconforto constante, ardor, corrimento permanente, irritação dos órgãos genitais e odor. “No entanto, dependendo do microorganismo causador, como o caso de algumas bactérias, quando não tratados podem infeccionar trompas e ovários”, alerta Silvana. Fatores que favorecem a vaginite: - Alergia - Baixa imunidade - Diabetes - Doenças sexualmente transmissíveis - Estresse - Gravidez - Higiene incorreta - Masturbação
Papanicolau
O papanicolau é um exame ginecológico realizado ao colo do útero. A realização periódica deste exame, reduz significativamente a taxa de mortalidade por cancro do colo do útero. No exame podem ser detectadas várias doenças infecciosas ou cancerígenas, antes de se desenvolver em cancro, como o HPV, ou cancro na fase inicial, aumentando a probabilidade da cura. Também pode determinar qual o risco da mulher desenvolver cancro. O médico especialista (ginecologista) é que determina qual a frequência da realização do exame, que varia de mulher para mulher. Preparação para o exame Este exame não deve ser marcado durante a menstruação. Não colocar cremes vaginais nem ter relações sexuais três dias antes do exame. Mulheres virgens devem avisar o médico antes do exame. Realização do exame O papanicolau é feito durante o exame ginecológico e deve ser feito a todas as mulheres, principalmente antes de iniciar a vida sexual. É pouco doloroso se houver um bom relaxamento. A mulher retira a roupa de cintura para baixo e deita-se numa marquesa própria para este exame. É colocado um resguardo sobre as pernas, e estas colocadas num apoio de forma a mantê-las um pouco mais elevadas que o corpo e separadas. O médico introduz um espéculo de plástico descartável na vagina por onde introduz um cotonete longo, para recolher células na parede do colo do útero. O material colhido é colocado em duas lamelas de vidro e enviado para o laboratório para observação microscópica. O médico também visualiza o interior da vagina e colo do útero, através do espéculo, com auxílio de uma luz forte. Resultados do exame Se o resultado der negativo, o colo do útero está normal. Positivo não significa cancro, requer um estudo com outros exames como a colposcopia ou biópsia. Os resultados são descritos em classes de I a V, e também refere se o colo tem lesão. Os resultados são apenas interpretados pelo médico e é a ele que deve expor todas as suas dúvidas.
Primeiros Sinais de Gravidez
Muitas mulheres intuitivamente sabem quando engravidaram. Isso ocorre porque o corpo envia alguns sinais claros da presença de um bebê no útero. Algumas destas mudança acontecem porque o corpo se prepara para nutrir o feto, aumentando assim o nível de hormônio durante as primeiras semanas da gestação. Acompanhe alguns destes sinais: • Cansaço durante a noite e o dia • Atraso no ciclo menstrual • Seios sensíveis e levemente maiores • Fraqueza e um pouco de tontura • Aumento da secreção vaginal • Enjôo • Sensibilidade emocional exacerbada, causada por mudanças hormonais • Aumento no volume de urina • Rejeição a cheiros comuns como o de café e cigarro Vale lembrar que o mal-estar é passageiro e já no terceiro mês de gestação costuma diminuir ou desaparecer.
Infertilidade Feminina
Os avanços científicos para neutralizar a infertilidade feminina são tão grandes que muitos especialistas afirmam que só não há solução para aquelas mulheres que não têm útero. Os problemas mais frequentes, como a endometriose, distúrbios ovulatórios e tubários, disfunções no muco cervical, entre outros, agora são perfeitamente contornáveis. Problemas como a baixa qualidade de óvulos, causada pela idade, podem ser tratados pela transferência de citoplasma, que é uma parte da célula que tem como uma das funções, alimentar o núcleo. Na técnica, ainda em fase de pesquisa, complementa-se o óvulo considerado ruim com o citoplasma de um óvulo doado. Apesar dos avanços, os desafios continuam. Segundo os especialistas, o maior deles, neste campo, é desenvolver técnicas para a fixação do embrião no útero. Em um laboratório, as chances de fecundação são em torno de 70%, enquanto as chances do bebê se fixar no útero são de até 22%, índice este, semelhante aos de uma gravidez ocorrida por fecundação natural.
Mulheres que venceram o drama da Infertilidade
A jornalista Cláudia Collucci, autora do livro Quero Ser Mãe, da editora Palavra Mágica, produziu um autêntico guia para casais com dificuldades para ter filhos. Além de um glossário com informações técnicas e dicas importantes sobre possíveis soluções para cada tipo de problema, numa linguagem bastante ágil e apoiada por especialistas no tema, a obra traz histórias reais de 30 mulheres que recorreram aos mais diferentes métodos e relatam suas experiências pessoais. Uma dessas mulheres é a jornalista Fátima Bernardes, mãe de trigêmeos, que dá um emocionado depoimento e fala publicamente pela primeira vez sobre as duas fertilizações feitas em uma clínica em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo. Assim como as outras entrevistadas, Fátima faz um relato detalhado sobre a sua experiência e da luta que ela e o marido, William Bonner, travaram para realizar o desejo de ter filhos. Cláudia Collucci, repórter e editora da Folha de S. Paulo e especialista no tema, sobre o qual está defendendo uma tese de mestrado em História da Ciência na PUC de São Paulo, entrevistou casais de várias cidades brasileiras e das mais diferentes idades e classes sociais. "A idéia é mostrar que todas essas mulheres tinham um sonho em comum em ser mãe e foram à luta para realizá-lo", afirma a autora. No primeiro capítulo, ela faz uma análise histórica sobre a origem do desejo da maternidade e como ela é encarada ao longo da história da humanidade. Nos demais capítulos são abordados os mais diferentes problemas que causam a infertilidade no homem ou na mulher, entre eles, a esterilidade sem causa Aparente, a endometriose, a laqueadura, a vasectomia, a varicocele (que causa infertilidade masculina), a gravidez tardia e o aborto. Em cada um desses casos, as personagens contam as verdadeiras maratonas pelas quais tiveram que passar para levar a gravidez até o fim. Também há casos de mulheres que ainda não conseguiram engravidar, mesmo depois de nove ou dez tentativas de fertilização in vitro. E histórias de mulheres que desistiram e resolveram adotar um filho. "O livro não é uma apologia à fertilização artificial. Mostra, sobretudo, a realização de desejos mais profundos. São histórias de mulheres que tiveram coragem de eleger um filho como o maior sonho de suas vidas", define Cláudia. "É uma obra importantíssima para 10 milhões de brasileiros que convivem com esse dilema", diz o médico José Franco Júnior, considerado um dos maiores especialistas em Reprodução Humana do País.
Adoção
É comum em crianças, fantasias de que os pais reais não são aqueles com quem vivem. As vezes, em momentos que são contrariados, ou quando nasce um irmãozinho, sentindo-se preteridos, questionam se realmente aqueles são os seus pais, ou se foram adotados. Não é raro brincadeiras em família, referindo-se que uma das crianças foi encontrada na rua, ou ainda que foi trocada na maternidade. As crianças querem saber sua origem e, principalmente, se são amadas e merecem este amor. Mas a maior preocupação em relação a origem biológica é do adulto e, se esta questão não estiver solucionada, vai repercutir na criança. O desejo de ter um filho envolve uma reflexão maior, mas de forma sucinta estaria ligada a nossa continuidade, ao fato de perecermos através das gerações. Se por algum motivo um dos cônjuges se vê impossibilitado de gerar um bebê, pode ser acometido por angústias e, isso pode desencadear no casal mudanças na dinâmica da relação. A forma como for tratada esta situação será muito importante na história desta criança que será adotada. É importante que ambos - pai e mãe -, desejem esta criança. Definição de adoção: a inserção de uma criança numa família que não a biológica. Esta ato se dá de maneira definitiva, com respaldo jurídico, baseado em normas que estão em vigor. Para que isto aconteça, os pais biológicos da criança devem ter morrido, ou estarem desaparecidos, ou ainda, não querem ou não podem assumir a responsabilidade das funções parentais. Quanto antes a criança for adotada melhor. A ligação com a nova família se iniciará mais cedo. A relação estabelecida, principalmente entre mãe e bebê, e mãe, pai e bebê é muito importante no desenvolvimento da criança. Estas relações são primordiais estimular o desenvolvimento do bebê. A relação afetiva favorece o amadurecimento da criança em geral, portanto, quanto antes o bebê encontrar um substituto, uma mãe suficientemente boa, menores serão os fatores adversos. Mesmo assim, uma relação já foi estabelecida de alguma forma com a mãe biológica, os nove meses foram de íntimo contato. Neste tempo houve troca, afetiva ou não, entre mãe e bebê e, quanto mais o tempo passa, mais se estreita este contato. A criança vai reconhecendo esta mulher como sua mãe. O amor de mãe não está forçosamente ligado ao "sangue do meu sangue". Com freqüência observamos mães que não se encontram em condições de proporcionar à criança aquilo que ela necessita. Neste caso pode acontecer o abandono, negligência e reações agressivas. Muitas vezes a mãe adotiva tem melhores condições de aceitar e cuidar desta criança do que a mãe biológica. É na experiência da interação entre pais e filhos, seja ele adotivo ou não, no contato diário, nos cuidados, proteção e afeto que a criança recebe que se estabelece a relação. O desempenho da função parental autêntica é fundamental para que a criança os assuma, psicologicamente, como pai e mãe.
A Escolha da Maternidade Paternidade
Tornar-se ou não responsável por uma criança é um dilema difícil de solucionar, pois a opção favorável à maternidade/paternidade indica a mudança definitiva de status. Optar por esta alternativa é assumir uma grande responsabilidade, já que a criança dependerá integralmente do casal por um longo tempo. O filhote do ser humano nasce prematuro, sem condições de sobreviver sozinho, o que se dá de maneira diferente com os outros animais que, em dias ou semanas, estão prontos para cuidar de si sem a ajuda de seus pais. Tornar-se pai ou mãe é participar da cadeia das gerações e, quando nos damos conta desse fato, temos a sensação de que somos ínfimos. É neste momento que percebemos que muitos nos antecederam e que muitos nos descenderão e, por isso, devemos aceitar a hipótese de que pode-se permanecer vivo através das gerações. Dessa forma, deixamos de ser finitos, apesar da lei da natureza. Ao mesmo tempo, ainda que parece um paradoxo, tornar-se pai ou mãe é assumir que estamos amadurecendo e que nossa finitude é real. Portanto, ter um filho comporta uma condição ambivalente: gerar uma vida e aceitarmos que ela é finita. Nem sempre estamos preparados para isto. O ser humano não é um produto pronto e acabado. Ele é dinâmico e, no decorrer da vida, vai se transformando. É livre para escolher entre as muitas opções que a vida lhe apresenta. Esta escolha é vivenciada com inquietação, pois não é possível escolher tudo, então cada escolha comporta a renúncia de muitas outras possibilidades. Assim, você que está agora lendo este texto, o faz porque escolheu entrar no site e está deixando de ficar comodamente descansando, de ir ao cinema, estar com alguém querido. Por que fez isso? Talvez porque se deu conta de que nossa existência é repleta de escolhas. Desde a hora em que toca o nosso despertador podemos decidir se iremos acordar imediatamente para ir ao trabalho, se vamos ficar mais um pouco cochilando ou, ainda, se vamos levantar imediatamente. Se optamos por cumprir aquele compromisso (e sair da cama), outras opções vão se seguindo: a vestimenta, o que comer, o trajeto que vamos fazer, ir de metrô ou de carona... Nem sempre, porém, as opções que se nos apresentam são de fácil escolha. Há decisões difíceis de serem tomadas, o que acabam gerando uma grande angústia. A inquietação diante da liberdade de escolha é tanto maior, quanto mais importante for nossa decisão na vida, ou seja, ela determinará um caminho a seguir. Existem situações em que hoje fazemos uma escolha e que amanhã podemos recuperar ou mesmo postergar. Mas existem decisões que implicam em renuncias irrecuperáveis de coisas que são muito importantes em nossas vidas. Por isto, às vezes, prolongamos ao máximo o momento da escolha, pois desta forma nos iludimos fazendo de conta que podemos manter as duas possibilidades que, na verdade, são inconciliáveis. O nosso existir é incerto, pois se desenvolve num processo cheio de ambigüidades e de riscos, cuja imprevisibilidade nos impede de ter segurança ao agir. Quando realizamos os nossos planos, geralmente, eles se realizam de forma diferente daquela que havíamos idealizado. Existir é estar em constante processo, indo sempre adiante, caminhando para um futuro que está se abrindo diante de nós, com possibilidades imprevisíveis e incontroláveis. É por isto que precisamos ter coragem para existir, coragem para ser... Somos seres vivos, mas somos também mortais porque, ao mesmo tempo que vivemos, estamos morrendo um pouquinho à cada dia. Deste modo buscamos, de alguma forma, nos tornar mais perenes: "ter um filho, plantar uma árvore, escrever um livro". Boa escolha!
O processo da Ovulação
A decisão foi tomada e você optou por ter um bebê! Neste momento, há informações preciosas para que tudo corra bem e a concepção possa acontecer dentro do planejamento do casal. Você já deve saber que mensalmente o seu útero se prepara para a concepção, num intervalo pequeno de quatro dias, como uma pequena janela que se abre. Esses dias são determinados pela ovulação de cada mulher, ou seja, quando os ovários liberam um óvulo maduro, ideal para a fertilização. O que ocorre é que, no último dia do seu ciclo menstrual, a mucosa interina (endométrio) se refaz e aproximadamente no quinto dia do ciclo, um óvulo amadurece dentro do folículo, situado em um dos ovários. Quando o folículo está maduro, em torno do 14o dia, ele se rompe e liberta o óvulo. Preparando-se para a Concepção A utilização de métodos contraceptivos não deve ser interrompida de uma hora para outra. Três meses antes da concepção é importante trocar a pílula anticoncepcional ou o DIU (Dispositivo Intra-Uterino) por diafragma ou preservativos para que o ciclo menstrual possa retornar ao normal. Esta medida é essencial para que antes da gravidez, a mulher tenha ciclos menstruais normais. Após este período, deve-se cessar qualquer método contraceptivo e acompanhar o período fértil da mulher. O momento mais propício para a concepção ocorre durante a ovulação, ou seja, de 12 a 16 dias antes do período menstrual. Neste período, há elevação da temperatura basal e mudanças importantes no muco cervical.
Estou preparado para ser Pai ou Mãe?
Passei toda a vida esperando pelo momento de ser mãe ou pai... Mas agora quando este momento se aproxima, será que estou preparada (o). "Poucas são as pessoas que ao saberem que são capazes de procriar, não se preocuparam com isto. Os anos passaram e ao tomar contato com crianças, pais e mães, foram percebendo que a tarefa não era das mais fáceis e que esta decisão era uma coisa "pra lá de séria". Um dia chega a nossa hora e fica tudo decidido, até a época ideal do nascimento, mas por mais que tentamos...nada! Não conseguimos engravidar. Já fizemos todos os exames e tratamentos. Hoje em dia os métodos contraceptivos são variados. Algumas pessoas pensam que poderão engravidar no dia e hora que quiserem e planejam, pensam que dominam o corpo conforme desejam, mas muitas vezes estas pessoas não são correspondidas. "Fazer um filho" não é apenas uma ação. É, antes de tudo, uma ação que inclui e comporta algo muito complexo. São os mecanismos somáticos que estão diretamente implicados na fecundação. Mecanismos somáticos que se interpõe profundamente com a participação de dois seres: uma mulher e um homem. Às vezes, na ansiedade de ter um filho, os parceiros procuram fazer investigações médicas muito precoces. A preocupação e ansiedade os faz exigir respostas rápidas sobre suas condições de fertilidade, embora, a maioria dos casais devesse esperar, assimilar com tranqüilidade, este tempo de espera. Este tempo é de seis a oito meses para que possa vir a fecundação. Um casal que esteve comigo, há muito fazia tratamento, vários tipos deles, e depois de algum tempo começaram a questionar e refletir sobre outras opções, chegando a possibilidade de pensar em uma adoção. Quando deram entrada no processo na Vara da Família, veja que ato simbólico: "engravidaram". Como se este ato fosse a sua alforria, como se tivessem assinado: "Agora estamos prontos. Podemos ser pais". As implicações psíquicas na fecundação são decisivas, apesar de não se dar muito ouvidos a elas. Enquanto não se está namorando, nossos pais e as pessoas queridas, não vêem a hora de que você comece a namorar sério. Quando se começa a namorar, perguntam quando vão noivar ou casar, quando se casa, perguntam: para quando é o bebê? Para algumas pessoas estas "cobranças" são mais fortes, famílias que fazem uma maior pressão, ou então, são aquelas pessoas que sempre corresponderam às expectativas familiares. Mas quando casaram, tinham a perspectiva de tomarem conta de suas vidas, de serem mais elas e deste modo, desejam sim ter um filho, mas quando elas mesmas quiserem e não por imposição familiar. As vezes o parceiro passa por um momento de insegurança no trabalho, não se sente em condições de ser pai, outras vezes, a própria história de vida: sofrimento muito grande com os próprios pais por serem autoritários, ou porque o abandonaram, ou ainda o agrediram. Nestes momentos um medo grande de tornar a vivenciar estas circunstâncias toma a pessoa. Outras situações são àquelas em que mulheres engravidam seguidamente, encontrando nesta condição uma maneira de escapar das relações sexuais, as quais não apreciam muito. São gravidezes em geral complicadas, nas quais a grávida passa um bom tempo se sentindo mal ,impossibilitando um contato mais íntimo. As uniões que se dão, em geral, com tantos planos e sonhos comportam um caráter complexo do projeto de ter um filho. Cada um dos parceiros traz uma história própria de vida, angústias, alegrias e expectativas próprias sobre este filho que vai nascer e sobre a sua nova condição de ser mãe ou pai.
Preparativos para ter um bebê - Condições Financeiras
Bebê prematuro A maioria das gravidezes tem uma duração de 40 semanas ou, o que é o mesmo, 280 dias. Considera-se um nascimento de termo quando o bebê chega ao mundo com uma margem que pode oscilar entre as 37 e as 41 semanas. Assim, se nasce antes das 37 semanas, trata-se de um bebê de pré-termo. De acordo com os resultados de investigações científicas, muitos são os fatores que determinam o nascimento prematuro e o baixo peso ao nascer. Entre eles destacam-se a raça e a classe social, assim como certos aspectos genéticos e ambientais. Afortunadamente, devido aos muitos avanços produzidos na ciência e na tecnologia técnicas de vigilância do recém-nascido, cuidados neonatais sem terapêuticas agressivas, e prevenção da insuficiência respiratória, entre outras na atualidade os bebês prematuros têm maiores possibilidades de sobrevivência, ainda que nasçam em idades gestacionais muito precoces. Características gerais Os bebês prematuros têm um aspecto muito característico: a sua pele é avermelhada e está coberta de lanugo, uma penugem especial do feto, muito fina, que permite ver os vasos sanguíneos mais grossos. Em geral, ao nascer podem pesar entre 1,8 e 2,5 quilos, mas é possível que pesem menos. Abaixo dos 2 quilos trata-se de um "grande prematuro". No entanto, alguns nascem com um peso bastante próximo do de um bebê de termo, embora com o mesmo peso por exemplo: 2,7 quilos o bebê prematuro é diferente, devido ao fato dos seus órgãos não terem completado ainda a sua maturação. De todas as maneiras, é provável que o bebê que nasce com um peso de 800 gramas e 26 semanas de gestação esteja melhor preparado para enfrentar as dificuldades, do que aquele que pesa 600 gramas ainda que tenha uma idade gestacional de 28 semanas. Isto deve-se ao fato da capacidade de adoecer estar mais relacionada com o peso do que com o tempo de gestação. A verdade é que se a criança nasceu aos sete meses da gravidez, necessitará de mais dois meses para chegar à maturidade do bebê nascido de tempo, mas conservará o atraso de peso e de altura durante um longo tempo. Quer dizer que quando o pediatra compare o seu peso com as tabelas de crescimento, deverá "descontar" dois aos seus meses de vida (idade corrigida). Cuidados especiais Devido ao fato dos seus orgãos não se encontrarem totalmente maduros, depois do nascimento o pequenino necessita de receber cuidados especiais, que podem durar desde poucas semanas até vários meses, de acordo com o grau de imaturidade. Por exemplo, os bebês cujos pulmões não estão suficientemente preparados e aqueles que pelo seu escasso desenvolvimento não têm força muscular para respirar sozinhos devem receber assistência respiratória mecânica. Os bebês prematuros têm, além disso, dificuldades para regular a sua temperatura corporal, de modo que muitas vezes é necessário colocá-los numa incubadora. Se não se procedesse deste modo, a falta de regulação térmica dificultaria o aumento de peso, porque o bebê teria de gastar muitas calorias para conservar o calor e não conseguiria aproveitar o alimento. Quando é dada alta ao bebê, o seu mecanismo regulador geralmente já se encontra a funcionar. No entanto, devido ao seu pequeno tamanho e à escassa quantidade de gordura corporal, custa-lhe manter o calor. Por isso, em casa, é preciso manter o ambiente aquecido (entre 22 e 23 graus), mas tendo o cuidado para que a temperatura não seja excessiva. E nunca deve guiar-se pelos pés ou pelas mãozinhas: todos os recém-nascidos prematuros ou não prematuros têm-nos, normalmente frios, mas isso não quer dizer que tenham frio. E mais, quando os pés e as mãos estão quentes é porque o bebê está excessivamente agasalhado ou tem febre. A incubadora A incubadora consiste numa espécie de berço hermético que mantém uma temperatura constante bem como o oxigênio e humidade, para evitar que o bebê perca calor. Ao ser transparente, pode-se ver perfeitamente o bebê, que se encontra despidinho. Quando o bebê nasce com menos de 1,8 quilos, geralmente coloca-se na incubadora até que ganhe peso. E se nasce com um peso maior, passará igualmente uns dias ali para ver como se adapta ao meio. Uma vez que se comprove que tudo funciona bem, muda-se para o berço. A maior desvantagem das incubadoras é que o bebê se encontra separado da sua mamãe, e está provado que o contato materno é extremamente importante para o seu crescimento e desenvolvimento. Por isso, o ideal é que o pequenino seja alojado numa sala de cuidados intensivos, de maneira que possa ser acariciado e pegado ao colo, sempre com roupa estéril e as mãos devidamente higienizadas. Tempo ao tempo Embora o seu sistema nervoso esteja ainda imaturo, o bebê prematuro tem os sentidos em estado de alerta e reage, em particular, aos sons. No entanto, convêm sermos cautelosos e não cair na tentação tão comum, de hiper-estimulá-lo. É essencial para a evolução do bebê que se lhe preste muitíssima atenção e se saibam esperar os tempos de maturação. Entretanto, o contato com os pais deve ser o mais estreito possível. O ideal é que o papaio vá ver todos os dias à incubadora, ou mesmo a mamãe, assim que possa fazê-lo. A alimentação O bebê com menos de 34 semanas de gestação não conta com capacidade de sucção nem de deglutição. Por isso é alimentado através de uma sonda naso-gástrica, com pequenas quantidades de leite materno, e também se lhe administra soro. A sonda permite que gaste menos energias na sucção e aumente de peso mais rapidamente. À medida que o bebê evolui, aumenta-se a quantidade de leite materno e reduz-se o soro. Quando o pequenino tem mais de 34 semanas e o seu peso já lhe permite sugar e engolir estas duas atividades requerem um grande esforço muscular pode começar a tomar o peito, que não só lhe fornece o melhor alimento, mas também o ajuda a criar um laço íntimo com a sua mamãe. Uma dúvida muito comum entre as mães de bebês prematuros é se terão leite. Não desespere: se o peito está estimulado produzirá a quantidade suficiente de leite para alimentar o seu bebê. O estômago de um bebê prematuro é muito pequenino, de modo que uma vez em casa deve comer com frequência, embora isto signifique passar a maior parte do tempo a dar-lhe o peito ou o biberão. Convem ter sempre presente que aos prematuros lhes custa muito sugar; por isso demoram mais tempo a comer. É importante não os apressar. Se o pequenino se alimenta com leite de fórmula, é necessário esterilizar os biberões: não se deve esquecer que a sua resistência a infecções é menor. Para a incorporação dos alimentos sólidos é preciso esperar a indicação do médico. É melhor prevenir... O melhor que se pode fazer por um nascimento prematuro é evitá-lo. E a futura mamãe deve saber que isso depende, em grande parte, dos cuidados durante a gravidez. Daí a importância dos controlos médicos rigorosos, antecipados e periódicos. Muitos dos transtornos do desenvolvimento neurológico do bebê, assim como as sequelas durante os primeiros anos de vida alterações visuais ou diminuição da audição podem prevenir-se se forem detectados a tempo. Do mesmo modo, a identificação precoce das dificuldades sociais ou emocionais e dos problemas na aprendizagem, permite aproveitar ao máximo todos os recursos disponíveis estimulações visuais, auditivas, tácteis e de equilíbrio - para melhorar a qualidade de vida do bebê e o vínculo com os seus pais. E lembre-se: embora se trate de um bebê prematuro, é importante tratá-lo com naturalidade. A advertência é válida, visto que muitos pais podem pensar que o seu filho é extemamente frágil e isso provoca que, muitas vezes, exagerem os cuidados.
Bebês Prematuros
Bebê prematuro A maioria das gravidezes tem uma duração de 40 semanas ou, o que é o mesmo, 280 dias. Considera-se um nascimento de termo quando o bebê chega ao mundo com uma margem que pode oscilar entre as 37 e as 41 semanas. Assim, se nasce antes das 37 semanas, trata-se de um bebê de pré-termo. De acordo com os resultados de investigações científicas, muitos são os fatores que determinam o nascimento prematuro e o baixo peso ao nascer. Entre eles destacam-se a raça e a classe social, assim como certos aspectos genéticos e ambientais. Afortunadamente, devido aos muitos avanços produzidos na ciência e na tecnologia técnicas de vigilância do recém-nascido, cuidados neonatais sem terapêuticas agressivas, e prevenção da insuficiência respiratória, entre outras na atualidade os bebês prematuros têm maiores possibilidades de sobrevivência, ainda que nasçam em idades gestacionais muito precoces. Características gerais Os bebês prematuros têm um aspecto muito característico: a sua pele é avermelhada e está coberta de lanugo, uma penugem especial do feto, muito fina, que permite ver os vasos sanguíneos mais grossos. Em geral, ao nascer podem pesar entre 1,8 e 2,5 quilos, mas é possível que pesem menos. Abaixo dos 2 quilos trata-se de um "grande prematuro". No entanto, alguns nascem com um peso bastante próximo do de um bebê de termo, embora com o mesmo peso por exemplo: 2,7 quilos o bebê prematuro é diferente, devido ao fato dos seus órgãos não terem completado ainda a sua maturação. De todas as maneiras, é provável que o bebê que nasce com um peso de 800 gramas e 26 semanas de gestação esteja melhor preparado para enfrentar as dificuldades, do que aquele que pesa 600 gramas ainda que tenha uma idade gestacional de 28 semanas. Isto deve-se ao fato da capacidade de adoecer estar mais relacionada com o peso do que com o tempo de gestação. A verdade é que se a criança nasceu aos sete meses da gravidez, necessitará de mais dois meses para chegar à maturidade do bebê nascido de tempo, mas conservará o atraso de peso e de altura durante um longo tempo. Quer dizer que quando o pediatra compare o seu peso com as tabelas de crescimento, deverá "descontar" dois aos seus meses de vida (idade corrigida). Cuidados especiais Devido ao fato dos seus orgãos não se encontrarem totalmente maduros, depois do nascimento o pequenino necessita de receber cuidados especiais, que podem durar desde poucas semanas até vários meses, de acordo com o grau de imaturidade. Por exemplo, os bebês cujos pulmões não estão suficientemente preparados e aqueles que pelo seu escasso desenvolvimento não têm força muscular para respirar sozinhos devem receber assistência respiratória mecânica. Os bebês prematuros têm, além disso, dificuldades para regular a sua temperatura corporal, de modo que muitas vezes é necessário colocá-los numa incubadora. Se não se procedesse deste modo, a falta de regulação térmica dificultaria o aumento de peso, porque o bebê teria de gastar muitas calorias para conservar o calor e não conseguiria aproveitar o alimento. Quando é dada alta ao bebê, o seu mecanismo regulador geralmente já se encontra a funcionar. No entanto, devido ao seu pequeno tamanho e à escassa quantidade de gordura corporal, custa-lhe manter o calor. Por isso, em casa, é preciso manter o ambiente aquecido (entre 22 e 23 graus), mas tendo o cuidado para que a temperatura não seja excessiva. E nunca deve guiar-se pelos pés ou pelas mãozinhas: todos os recém-nascidos prematuros ou não prematuros têm-nos, normalmente frios, mas isso não quer dizer que tenham frio. E mais, quando os pés e as mãos estão quentes é porque o bebê está excessivamente agasalhado ou tem febre. A incubadora A incubadora consiste numa espécie de berço hermético que mantém uma temperatura constante bem como o oxigênio e humidade, para evitar que o bebê perca calor. Ao ser transparente, pode-se ver perfeitamente o bebê, que se encontra despidinho. Quando o bebê nasce com menos de 1,8 quilos, geralmente coloca-se na incubadora até que ganhe peso. E se nasce com um peso maior, passará igualmente uns dias ali para ver como se adapta ao meio. Uma vez que se comprove que tudo funciona bem, muda-se para o berço. A maior desvantagem das incubadoras é que o bebê se encontra separado da sua mamãe, e está provado que o contato materno é extremamente importante para o seu crescimento e desenvolvimento. Por isso, o ideal é que o pequenino seja alojado numa sala de cuidados intensivos, de maneira que possa ser acariciado e pegado ao colo, sempre com roupa estéril e as mãos devidamente higienizadas. Tempo ao tempo Embora o seu sistema nervoso esteja ainda imaturo, o bebê prematuro tem os sentidos em estado de alerta e reage, em particular, aos sons. No entanto, convêm sermos cautelosos e não cair na tentação tão comum, de hiper-estimulá-lo. É essencial para a evolução do bebê que se lhe preste muitíssima atenção e se saibam esperar os tempos de maturação. Entretanto, o contato com os pais deve ser o mais estreito possível. O ideal é que o papaio vá ver todos os dias à incubadora, ou mesmo a mamãe, assim que possa fazê-lo. A alimentação O bebê com menos de 34 semanas de gestação não conta com capacidade de sucção nem de deglutição. Por isso é alimentado através de uma sonda naso-gástrica, com pequenas quantidades de leite materno, e também se lhe administra soro. A sonda permite que gaste menos energias na sucção e aumente de peso mais rapidamente. À medida que o bebê evolui, aumenta-se a quantidade de leite materno e reduz-se o soro. Quando o pequenino tem mais de 34 semanas e o seu peso já lhe permite sugar e engolir estas duas atividades requerem um grande esforço muscular pode começar a tomar o peito, que não só lhe fornece o melhor alimento, mas também o ajuda a criar um laço íntimo com a sua mamãe. Uma dúvida muito comum entre as mães de bebês prematuros é se terão leite. Não desespere: se o peito está estimulado produzirá a quantidade suficiente de leite para alimentar o seu bebê. O estômago de um bebê prematuro é muito pequenino, de modo que uma vez em casa deve comer com frequência, embora isto signifique passar a maior parte do tempo a dar-lhe o peito ou o biberão. Convem ter sempre presente que aos prematuros lhes custa muito sugar; por isso demoram mais tempo a comer. É importante não os apressar. Se o pequenino se alimenta com leite de fórmula, é necessário esterilizar os biberões: não se deve esquecer que a sua resistência a infecções é menor. Para a incorporação dos alimentos sólidos é preciso esperar a indicação do médico. É melhor prevenir... O melhor que se pode fazer por um nascimento prematuro é evitá-lo. E a futura mamãe deve saber que isso depende, em grande parte, dos cuidados durante a gravidez. Daí a importância dos controlos médicos rigorosos, antecipados e periódicos. Muitos dos transtornos do desenvolvimento neurológico do bebê, assim como as sequelas durante os primeiros anos de vida alterações visuais ou diminuição da audição podem prevenir-se se forem detectados a tempo. Do mesmo modo, a identificação precoce das dificuldades sociais ou emocionais e dos problemas na aprendizagem, permite aproveitar ao máximo todos os recursos disponíveis estimulações visuais, auditivas, tácteis e de equilíbrio - para melhorar a qualidade de vida do bebê e o vínculo com os seus pais. E lembre-se: embora se trate de um bebê prematuro, é importante tratá-lo com naturalidade. A advertência é válida, visto que muitos pais podem pensar que o seu filho é extemamente frágil e isso provoca que, muitas vezes, exagerem os cuidados.
Incompatibilidade de RH
Nomes alternativos: hidropisia fetal, kernicterus, doença hemolítica do neonato induzida pelo Rh Definição: A incompatibilidade de Rh desenvolve-se quando há uma diferença no tipo sangüíneo de Rh da mulher gestante (Rh negativo) e do feto (Rh positivo). Como conseqüência, anticorpos anti-Rh positivos são formados. Veja também incompatibilidade ABO. Causas, incidência e fatores de risco: Durante a gestação, os glóbulos vermelhos da circulação fetal se misturam na circulação materna. Se a mãe for Rh negativo, seu sistema não suportará a presença de células Rh positivo. Seu sistema imune trata as células Rh fetais positivas como se fossem uma proteína ou substância estranha e cria anticorpos contra as células sangüíneas fetais. Estes anticorpos anti-Rh positivos se movem pela placenta até o feto, onde destroem os glóbulos vermelhos do feto. O primeiro filho normalmente não é afetado (a não ser que a mãe já tenha tido uma gestação interrompida, a qual pode ter sensibilizado seu sistema) pois leva algum tempo até que a mãe desenvolva anticorpos contra o sangue fetal. A incompatibilidade pode causar sintomas que vão de muito leves até a morte do recém-nascido. Na sua forma mais leve, a incompatibilidade de Rh causar hemólise (destruição de glóbulos vermelhos) com a liberação de hemoglobina livre na circulação do bebê. A hemoglobina é convertida em bilirrubina, que faz com que o neonato fique amarelo (icterícia). A icterícia da incompatibilidade de Rh, medida pelo nível de bilirrubina na corrente sangüínea do neonato, pode variar desde níveis leves até níveis altamente perigosos. A hidropisia fetal é uma complicação ou uma forma grave de incompatibilidade de Rh, onde a destruição massiva dos glóbulos vermelhos fetais (um resultado da incompatibilidade de Rh) causa anemia grave resultando em insuficiência cardíaca fetal, inchaço corporal total, dificuldade respiratória (se o neonato já tiver nascido) e colapso circulatório. A hidropisia fetal normalmente resulta na morte do bebê logo antes ou após o parto. O kernicterus é uma síndrome neurológica causada por depósitos de bilirrubina nos tecidos cerebrais (SNC). O kernicterus se desenvolve em neonatos que apresentam icterícia extrema, especialmente aquelas com incompatibilidade de Rh grave. Ocorre alguns dias após o parto e é inicialmente caracterizado pela perda do reflexo de Moro (alarme), alimentação deficiente e atividade diminuída. Posteriormente, um choro estridente, em alto tom pode se desenvolver juntamente com uma postura incomum, fontanelas protuberantes e convulsões. Os bebês podem morrer repentinamente por kernicterus. Se sobreviverem, posteriormente desenvolvem diminuição do tônus muscular, distúrbios do movimento, perda da audição em alto grau, convulsões e capacidade mental diminuída. A incompatibilidade de Rh se desenvolve apenas quando a mãe é Rh negativo e a criança é Rh positivo. Imunoglobulinas especiais, chamadas de RhoGAM, agora são utilizadas para evitar esta sensibilização. A hidropisia fetal e o kernicterus quase desapareceram como resultado das medidas de prevenção.
Causas mais frequentes de nascimento Prematuros
Gravidezes múltiplas. Alcoolismo. Tabagismo. Toxicodependência. Malformações do útero. Incompetência do colo do útero. Ruptura prematura da bolsa de águas ou das membranas ovulares. Infecções urinárias ou amnióticas. Gravidez em adolescente. Gravidez em mulheres maiores de 37 anos. Diabetes. Hipertensão arterial durante a gravidez. Incompatibilidade de Rh. Hepatite B.
Chances de Engravidar após Miomectomia
Quero saber sobre as chances de engravidar apos miomectomia.
Bom pra quem não sabe...
Miomectomia é o nome dado a retirada cirurgica dos miomas uterinos com preservação do útero...
Após uma retirada de mioma uterino as chances para engravidar
Mioma, gravidez e vida sexual. O Dr. Thomaz Gollop explica que é possível que uma pequena mulher passe por uma gravidez, mesmo tendo apresentado um mioma, mas será necessário acompanhar o tamanho do tumor e seu nível de interferência no desenvolvimento do útero. Mulheres que passaram por miomectomia (retirada do mioma sem destruição do útero), normalmente podem engravidar de 3 a 6 meses após a cirurgia. Quanto á vida sexual, o médico explica que a retirada do útero não altera a libido, já que os ovários são preservados. Por isso, mesmo após passar por uma histerectomia, a mulher pode continuar a ter uma vida sexual normal. Como a nossa cultura privilegia a fertilidade da mulher e a virilidade no homem, é possível que algumas pacientes tenham problemas emocionais ao passarem por uma histerectomia, pensando que sua sexualidade será de alguma forma prejudicada, mas isso não tem nenhum fundamento do ponto de vista fisiológico – diz o especialista.
Não há alteração nem infertilidade apenas deve-se esperar alguns meses e tudo voltará ao normal podendo-se ter então uma gestação tranquila.
Tabelinha
Tabelinha:
Como funciona a tabelinha?
- A tabelinha é um método que leva em consideração o dia provavél da ovulação(liberação do ovulo pelo ovário),ou seja,o período mais fértil da mulher.Nestes dias as chances de engravidar são muito maiores.Se o seu ciclo menstrual for regular de uns -28 dias-você deve evitar transar no período da ovulação,ou seja,no 14° dia após o primeiro dia de sangramento.
- Mesmo calculando esta data (14°dias antes do começo da proxima menstruação)ainda temos que levar em conta uma margem de segurança,ou seja, não transar cinco dias antes e cinco dias depois destes dias provavéis de ovulação,pois existe um grande risco de gravidez.
- Fora desse período,as chances de engravidar são menores,entretanto,a tabelinha não é um metódo seguro para evitar filhos e não previne a transmissão de doenças.Sem um ciclo menstrual regular estes calculos podem dar errado.
- A tabelinha não previne doenças sexualmente transmissiveis,inclusive a AIDS,use sempre camisinha pois além de evitar gravidez,previne contra todas as doenças transmitidas pelo sexo.

- Pode ser raro mais existe mulheres que engravidam em qualquer dia do ciclo,a pílula continua sendo um dos melhores métodos anticoncepcionais seu grau de eficiência e de 99,7%.Só o ginecologista pode receitar o melhor método anticoncepcional,para você,consulte-o antes de tomar qualquer atitude.
- Conte os dias entre o seu primeiro dia de menstruação,(inicio do ciclo)e o dia anterior ao dia da menstruação seguinte(ultimo dia do ciclo),o resultado é o número de dias do seu ciclo menstrual que pode ser 26,28 ou 32 dias.
- Divida o numero de dias do seu ciclo por 2,pois o dia fértil ocorre normalmente na metade do ciclo.O dia fértil é o dia da ovulação.
- No dia em que menstruar,some o numero de dias referente há metade do seu ciclo menstrual,para obter o seu dia fértil,por exemplo:se o seu ciclo for de 28 dias e você menstruar no dia 15 de outubro o seu dia fértil será no 14°dias contados a partir do dia 15 de outubro,ou seja dia 29 de outubro.
- Depois de saber qual seu ciclo,marque em distaque os dias em que você pode estar fértil.
- Evite transar 4 dias antes e depois do seu périodo fértil,pois o espermatozóides sobrevivem por 3 a 4 dias.
Menstruação na Gravidez
Menstruação ou sangramento no primeiro trimestre de gravidez,por que ocorre? O que deve fazer?
A menstruação na gravidez,na verdade,não é menstruação propiamente dita,sendo conhecida tecnicamente por sangramento vaginal.Mesmo assim desperta dúvidas e temores em muitas gravidas.
De fato,muitas gestantes experimentam quadro que se assemelha a menstruação na gravidez,principalmente no primeiro trimestre.
É importante identificar as caracteristicas do sangramento vaginal para saber quando consultar seu obstetra.
Causas de sangramento durante o primeiro trimestre:
Um pequeno sangramento é comum nas primeiras 12 semanas de gravidez.Possíveis causas:
Quando procurar um médico?
Durante o primeiro trimestre se você tiver um sangramento vaginal,leve que não persiste por mais de um dia,relate o fato para seu médico na proxima consulta de pré-natal.Já se o sangramento leve perdurar por mais de um dia,procure seu médico nas proximas 24 horas.
Procure seu médico imediatamente se:
A menstruação na gravidez,na verdade,não é menstruação propiamente dita,sendo conhecida tecnicamente por sangramento vaginal.Mesmo assim desperta dúvidas e temores em muitas gravidas.
De fato,muitas gestantes experimentam quadro que se assemelha a menstruação na gravidez,principalmente no primeiro trimestre.
É importante identificar as caracteristicas do sangramento vaginal para saber quando consultar seu obstetra.
Causas de sangramento durante o primeiro trimestre:
Um pequeno sangramento é comum nas primeiras 12 semanas de gravidez.Possíveis causas:
- Implantação:É comum notar um pequeno sangramento vaginal logo no inicio da gravidez,em torno de 10 a 14 dias após a fecundação,muitas vezes confundido com menstruação fora do ciclo,por isso muitas mulheres dizem que tiveram menstruação na gravidez.Este sangramento leve deve-se a implantação do embrião na parede do útero.A coloração do sangue é mais clara,e a duração do sangramento é menor,do que em uma menstruação normal.Não é motivo para alarde.
- Mudanças no colo do útero:Quando você está gravida,mais sangue flui para o utero,por isso o colo pode ficar mais sensível e sangrar após o sexo ou exame ginecológico.
- Gravidez ectopica:Algumas vezes o embrião emplanta-se fora do utero,geralmente na trompa,isto é conhecido como gravidez ectopica(já postado anteriormente no blog),o embrião fora do utero não sobrevive,e sem tratamento pode ocorrer sangramento vaginal,acompanhado de dor pélvica ou abdôminal.
- Gravidez molar:Raramente,uma massa chamada mola forma-se dentro do utero no lugar do bebê,resultando em sangramento.
- Infecções:Infecções que acometem o colo do utero ou a vagina podem resultar em sangramento.
- Aborto:Em torno de 15% das gestações conhecidas terminam na forma de aborto,o sangramento pode significar um aborto precoce,mais é importante lembrar que nem todo sangramento significa aborto,pelo contrário.
Quando procurar um médico?
Durante o primeiro trimestre se você tiver um sangramento vaginal,leve que não persiste por mais de um dia,relate o fato para seu médico na proxima consulta de pré-natal.Já se o sangramento leve perdurar por mais de um dia,procure seu médico nas proximas 24 horas.
Procure seu médico imediatamente se:
- Se o sangramento for moderado ou abundante.
- Se o sangramento for acompanhado de dor,febre,colicas e calafrios.
- Houver outros materiais junto com o sangue.
Acompanhe Sua Gestação 21° Semana há 40 °
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Acompanhe Sua Gestação 1° Semana há 20 °
Você está gravida? Comemore,e acompanhe aqui,a evolução do seu bebê do inicio até o final da gestação.
Acompanhar o desenvolvimento do bebê durante os nove e longos mêses de gestação é maravilhoso.Nenhuma invenção do ser humano,por mais completa e evoluida que seja,chega ao pés da magia que é o encontro de duas células num ambiente propicio a formar um novo ser completinho,pronto pra chorar e mamar
...Os médicos obstetras consideram a primeira semana da gestação aquela que inicia o ciclo menstrual que resulta na gravidez,ou seja,o primeiro dia da última menstruação.
A fecundação(encontro do óvulo com espermatozóide que formará o embrião)ocorre somente no fim da segunda segunda semana do ciclo, na maioria das vezes.
A implantação(quando o embrião "gruda" no útero)ocorre no fim da terceira semana,quando pode ocorrer uma pequena perda sanguínea que não prejudica a gravidez(veja no blog menstruação na gravidez).
Na 4° semana inicia-se a formação propiamente dita do embrião.
- 5° Semana:
- 6° Semana:
- 7° Semana:
- 8° Semana:
- 9° Semana:
- 10° Semana:
Entre 10 e 14 semanas pode-se através da ultra-sonografia medir a translucência nucal que,quando normal,afasta em 85% a chance da criança nascer com Síndrome de Down.
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