quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Tire suas Duvidas.

Dispaurenia Dor a penetração sexual, que podem levar a espasmo, caracterizando o vaginismo. Causas: Má lubrificação vaginal, decorrente de caricia inadequada, traumas, ansiedade. Fobias Cirurgias prévias na vulva Processos infecciosos- Bartholinite HerpesIrritação por substancias químicas. Himem imperfurado Geralmente detectado no período menstrual. São anomalias decorrentes dos canais de Muller. Causando os sintomas dor abdominal no período da menstruação, pois o sangue não é eliminado, causando hematocolpos . O tratamento é cirúrgico. Retocele Defeito no mecanismo de sustentação do reto e da vagina, decorrente de cirurgias, partos múltiplos Causas que demandem esforço como tossir espirrar levantar peso etc leva a paciente a apresentar incontinência urinaria devido ao relaxamento. Geralmente acomete as mulheres no período da menopausa. Cistos vaginais São decorrentes dos ductos de Gartner, ou cistos de inclusão epitelial. Estão localizados nas paredes vaginal. AGUS- glândulas escamosas atípicas de significado indeterminado ASCUS- células escamosas atípicas de significado indeterminado. Esta categoria incluem desde alterações benigas até malignas. Cervicite Inflamação das glândulas endocervicais, acompanhado de secreção purulenta Síndrome de Asherman Fibrose da cavidade uterina decorrente de curetagem, processos infeccioso endometrial Cujos sintomas principais e a amenorréia, dectado atraves de exame de imagem Síndrome alcoólica fetal São mal formações decorrentes das gestantes que ingerem álcool.Vão desde a malformações do SNC retardo do crescimento etc. Estimativas 1 a 2 nascimentos em 1000. Exames solicitados para gestantes HIV positivas na primeira consulta medica Relação CD4/CD8 + carga viral hemograma e plaquetas, tipagem sanguinea citologia vaginal, Teste de mantoux trasaminases, HbsAg e anti HCV, creatinina Teste rápido Anti-HIV Utilizado em situações de emergência, onde se deseja um resultado imediato, exposição ocupacional, profissionais de saude gestantes em admissão em trabalho de parto sem exames HIV Nódulos benignos da mama Fibroadenoma, papiloma intradctal, lipoma, cisto Importância da ressonância magnetica em mamas Indicado em pacientes com silicones em mamas e avaliação pré cirurgica, câncer oculto etc. Doenças detectadas com o teste do pezinho Fenilcetonuria, anemia falciforme, hipotiroidismo congênito, hiperplasia adrenal congênita, fibrose cística, galactosemia, deficiência de biotinidade, deficiência de G6PD, síndrome da imunodeficiencia adquirida, sífilis congênita, rubéola congênita infecção congênita para citomegalovirus, deficiência de MCAD,defeito de oxidação de ácidos graxos etc. Incidência de: Fenilcetonuria 1/2600 Anemia Falciforme 1/60 Hipotiroidismo congênito 1/3000 Fibrose cística 1/3000 Galactosemia 1/25000 Rubéola congênita 1/2000 Toxoplasmose 1/2500 Infecção pelo citomegalovirus 1 /2000 Icterícia -coloração amarelada da pele, decorrrente de doença do fígado e vias biliares, como alterações do sangue O aumento da bilirrubina pode ser devido à alteração da bilirrubina conjugada (direta) e não-conjugada (indireta). Bilirrubina não conjugada E a bilirrubina que não foi metabolizada pelo fígado, esta alterada em doenças hemolíticas, deficiência hepática. Hemólise, doença de Gilbert, Crigler-Najar ictérica neonatal cloranfenicol, leite materno E aquela que já foi metabolizada pelo fígado é decorrente de lesão celular ou colestase, como hepatite, cirrose, anticoncepcionais hepatite alcoólica, sepse, pos operatório, cirrose biliar, obstrução biliar calculo biliar colangite, compressão, neoplasias, pancreatite, acolia fecal, prurido Índice ictérico Acima de 2,5 mg/dl. Exames solicitados inicialmente na suspeita de hepatite Hemogrma, bilirrubinas, fosfata se alcalina, CGT, trasaminases, tempo de protombina, antiHAV anti HCV HbsAG AntiHBc Hepatite A Vírus, RNA, alimentos contaminados, higiene Transmissão: fecal oral. Incubação dois a sete semanas. Exames: Anti HAV IgM Anti HAV IGg Hepatite B Vírus DNA tramissão, sexual, parenteral, vertical. Incubação 4 a 6 semanas podendo até 6 meses Exames: HBs AG e Anti HBc IGM O HBs AG geralmente negativa quando existe cura da infecção. O HbsAG informa se o vírus esta no soro. O Anti HBc IGM se a infecção é aguda.Não traduz imunidade As principais indicações de anticoncepção de emergência -cobertura de relação sexual não planejada Uso inadequado de anticoncepcionais -violencia sexual. A pílula age no seguinte mecanismo Ovulação (quanto mais próximo da ovulação é mais eficaz) Fertilização Espermomigração Função lútea implantação O ovo leva 5 a 7 dias para chegar ao útero. A implantação leva em media 11 dias OBS: os anticoncepcionais de emergência não funcionam se o ovo esta implantado. Os estudos mostram que a anticoncepção de emergência pode ser utilizado até o 5° dia da relação desprotegida. A eficácia é que deve ser utilizado mais perto do período da relação Prolactina...............normal 5 a 25 ng/ml Suspeito 100 Entre 5 e 100 faz-se RX sela turcica para ver estrutura óssea Melhor a ressonância magnetica para rastrear microadenomas Nem sempre galactorreia e sinonimo de hiperprolactemia. Recomendações do CDC aos trabalhadores da área de saude, E os que dão apoio como nutricionistas fisioterapeutas, psicólogos, assistentes sociais, havendo manuseio com sangue e outros fluidos, considerar a contaminação por: - vírus da hepatite B vírus da hepatite C e HIV. Fluidos potencialmente contaminados -sangue fluidos que contenha sangue, liquido sinovial, cerebroespinhal, liquido pleural, peritonial, pericárdico, amniótico. Fezes,urina, vômitos, secreção nasal, saliva, representam risco potencial se contiverem sangue Cisto de Bartolhin Decorrente de processo infeccioso da glândula,obstruindo o canal de excreção Erosão cervical Geralmente provocado por trauma sexual. Eversão cervical Provocado por cervicite, exposição a estrógenos Atonia uterina Diminuição ou perda da capacidade de contração uterina. Geralmente ocorre pos parto. As causas como multiparidade, excesso de ocitocina em Trabalho de parto Galactocele Dilatação cística de um ou mais ductos mamários. Derrame papilar Perda de secreção pela mamas, de aspecto leitoso, esverdeado, sanguinolento seroso. Galactorreia.- derrame papilar de liquido leitoso Doença de Paget Lesão que ocorre no mamilo ou na aréola, com formaçao de crosta., pode ulcerar ou apresenta-se tipo eczema. Doença de Alzheimer Síndrome de degeneração mental. Acomente a partir dos 65 anos. Perda da memória, retração social, alucinação Demência.

Abortamento Diagnósticos Clinicos e Ecograficos.

Introdução: Sangramento vaginal é relatado por cerca de 25% das pacientes durante as primeiras semanas de gestação, sendo geralmente autolimitado e relacionado à implantação do embrião no endométrio decidualizado. De acordo com a OMS, abortamento é a expulsão ou extração do concepto pesando menos do que 500 gr ou com 22 semanas completas. A ultra-sonografia é usada seletivamente para se determinar se estão presentes produtos da concepção retidos, a fim de que a conduta correta seja tomada. Ela também tem papel na diferenciação das diferentes formas clínicas de abortamento e permite o diagnóstico diferencial com outras formas de sangramento ou patologias como gestação ectópica, neoplasia trofoblástica gestacional, hemorragia uterina disfuncional, câncer do colo do útero e pólipos endometriais. Ameaça de abortamento: Expresso clinicamente através de sangramento vaginal de pequena intensidade, com ou sem cólicas. O colo uterino encontra-se fechado e longo. Esse termo só é aplicável quando a paciente é considerada clinicamente como tendo um embrião potencialmente vivo. O diagnóstico é ultra-sonográfico. Aborto evitável: É considerado sempre quando o embrião está vivo e o saco gestacional localizado na topografia normal, dentro da cavidade uterina, na presença de sangramento expressivo. Na prática clínica 50% dessas gestações com sangramento evoluem para o abortamento e 50% apresentam evolução normal. Os achados ecográficos de mau prognóstico são crescimento anormal do saco gestacional ou inatividade reativa do embrião ou feto. Aborto inevitável: Seu diagnóstico é feito através da visibilização do orifício interno cervical dilatado.Os achados à ultra-sonografia incluem presença de saco gestacional no segmento uterino inferior ou no canal vaginal. Ecos internos no saco gestacional são indicativos de presença de conteúdo hemorrágico. Aborto incompleto: É decorrente da eliminação parcial do feto ou placenta. Diagnóstico ultra-sonográfico: Presença de conteúdo amorfo, heterogêneo no interior da cavidade uterina, com ou sem líquido associado. Quando a gestação é avançada podem ser evidenciadas estruturas fetais. Óbito embrionário: O diagnóstico é ultra-sonográfico, com evidências claras da presença de embrião não vivo (ausência do batimento cardíaco embrionário). Aborto completo: O embrião ou feto são eliminados em conjunto com a placenta, não restando componentes ovulares no interior da cavidade uterina. Diagnóstico ultra-sonográfico: Útero apresentando reação decidual representada por uma linha central. Não devem ser visibilizados produtos da concepção retidos. Aborto infectado: Geralmente está associado à interrupção provocada da gestação e menos freqüentemente ao aborto incompleto. Diagnóstico ultra-sonográfico: Pode ser identificado ar no interior da cavidade uterina, associado ou não a restos ovulares retidos. A propagação extra-uterina da infecção pode ser evidenciada pela existência de coleções abscedadas na pelve ou até mesmo em segmentos mais altos do abdome. Líquido livre em fundo de saco posterior é freqüente. Aborto habitual: Esse termo é aplicado quando ocorrem no mínimo três gestações interrompidas sucessivas. A incompetência istmo-cervical é causa freqüente e é caracterizada por abertura precoce do orifício interno cervical, com conseqüente prolato das membranas para o interior do canal endocervical, que se apresenta com aspecto afunilado. Hematomas uterinos: Ocorrem devido ao descolamento da placenta ou ruptura do seio marginal. Aparecem tipicamente no primeiro trimestre e podem ser subcoriônicos ou retroplacentários. Subcoriônicos: Presença de área hipoecogênica entre as membranas e a parede uterina. Retroplacentários: Presença de área hipoecogênica entre a placenta e o miométrio. Os hematomas com volume maior que 50 ml estão associados a aborto subseqüente ou a trabalho de parto prematuro, já os hematomas com volume menor que 35 ml geralmente estão associados à gestação de bom prognóstico. Sua evolução deve ser acompanhada com exames ultra-sonográficos seriados. Papel do Doppler: O exame Doppler das artérias espiraladas pode ser útil para distinguir um útero gravídico de outro não gravídico em pacientes com beta-HCG positivo, mas com cavidade uterina vazia. O fluxo peritrofoblástico típico nas artérias espiraladas mostra velocidade de pico sistólico maior que 8 cm/s, com elevado componente diastólico. Critérios mais rígidos como velocidade de pico sistólico maior que 15 cm/s e IR maior que 0,55 nas artérias espiraladas permite predição diagnóstica de gestação viável intra-uterina. Conclusão: Os achados ultra-sonográficos são essenciais para o diagnóstico diferencial de abortamento, podendo ser úteis para orientar a conduta adequada para cada caso, sendo importante lembrar que o conhecimento do beta-HCG quantitativo é importante para a interpretação correta das imagens ultra-sonográficas.Dra. Fernanda Piedade Bacchi Médica da Radiologia Clinica de Campinas.

Como saber a data da ovulação através da temperatura basal?

Muitas vezes a falta de ovulação é causa da infertilidade. Um dos métodos mais simples de verificar a altura da ovulação é medindo a sua temperatura corporal basal. Os resultados da temperatura basal corporal são anotados numa tabela, durante vários ciclos, predizendo a sua ovulação. Esta tabela diária mostrará a altura da ovulação de forma eficaz e simples. Para além de tudo, indicar-lhe-á o período certo para conceber. Como medir o ciclo menstrual? Um ciclo menstrual mede-se a partir do primeiro dia da menstruação até ao último dia antes da próxima menstruação. Regra geral, um ciclo dura cerca de 28 dias, surgindo a ovulação a meio do ciclo, cerca do 14º dia. O período fértil surge 3 dias antes da ovulação e dura até 2 dias depois da ovulação. Um óvulo sobrevive até 24 horas depois da ovulação. Quando e como medir a temperatura basal? Usualmente um ciclo menstrual regular e uma tensão pré-menstrual (TPM) significam que existe uma ovulação normal. Porém, medir a temperatura corporal basal é uma das formas de saber se existe, e quando ocorre a ovulação. Implica medir diariamente a temperatura, logo quando acordar, mesmo antes de sair da cama, e antes de fazer qualquer coisa. Resumindo, acorda e tira logo a temperatura. Para o fazer deve colocar o termómetro na boca, no recto ou vagina, porém se colocar na boca é mais eficaz, pois na boca, em menos tempo consegue-se verificar a temperatura. Que termómetro usar? O ideal é usar um termómetro electrónico que detecte variações de décimas de temperatura. Se usar um outro também é apropriado, apenas deve ter em conta que deve colocar o termómetro na boca 5 minutos; se optar por medir a temperatura na vagina, ou no recto então deverá esperar pelo menos 7 minutos. Este método de medição da temperatura basal funciona se for registando diariamente a sua temperatura, durante alguns ciclos. Depois verificará que os valores formam um gráfico e pela observação desse gráfico perceberá qual é o seu período fértil. Quando pode esperar mudanças da temperatura? A sua temperatura basal será mais baixa durante as 2 primeiras semanas do ciclo, que antecedem a ovulação, pois a presença da hormona do estrogénio mantém a temperatura entre os 36/36.5ºC. Imediatamente a seguir à ovulação, a progesterona “aquece a temperatura” e há um aumento de 0.5 a 0.8ºC (cerca de 37ºC)até à altura do próximo período menstrual. Esta temperatura surge quando a ovulação já ocorreu. Poderão existir picos de temperatura noutros dias mas, a menos que estes se mantenham, é pouco provável seja devido à ovulação ter ocorrido. Se o seu ciclo menstrual for regular e fizer o gráfico durante alguns ciclos vai conseguir predizer quando surgirá a ovulação. Se durante todo o ciclo, a temperatura basal permanecer abaixo dos 37ºC sem um pico significativo, significa que não existiu ovulação nesse ciclo. Todos os valores da temperatura devem ser registados numa tabela. Se preferir pode elaborar um gráfico que represente a sua temperatura corporal basal. Poderá inserir os dados numa tabela Excel e elaborar um gráfico com os mesmos. Se não aumentar a temperatura? Se surgir um ciclo anovulatório (sem ovulação), poderá ser devido à disfunção dos ovários, levando o ovário a não libertar o óvulo. Quando isto acontece, o ovário também não liberta as hormonas sexuais que regulam a contracção do tubo-uterino e o desenvolvimento anormal do endométrio. A medição da temperatura basal é muito eficaz, mas um ultra-som ao diâmetro do folículo também se pode revelar muito eficaz, na detecção de problemas deste género. Que factores podem afectar a temperatura basal? A temperatura basal pode ser afectada caso não tenha tido uma boa noite de sono, se não teve pelo menos 3 horas de sono consecutivo depois de ter feito sexo, se teve febre ou se bebeu álcool na noite anterior. Outra opção ao gráfico da temperatura basal? A ovulação surge quando a Hormona Luteinizante aumenta, e provoca a libertação do óvulo pelo ovário. A percentagem da Hormona Luteinizante aumenta na circulação sanguínea entre 24 a 36 horas antes da ovulação ocorrer. Como esta hormona é eliminada pela urina, um teste à urina permite saber se existe mais ou menos percentagem desta hormona. Caso exista uma percentagem de Hormona Luteinizante na urina prevê-se a ocorrência da ovulação. Existem testes de ovulação à venda em farmácias para fazer à urina em casa. Se o seu teste tiver um resultado positivo, então a sua ovulação irá ocorrer 24 a 48 horas depois desse resultado positivo. Porém estes testes à urina têm de ser feitos durante vários dias - sendo mais dispendiosos que a medição da temperatura basal -, até detectar a presença significativa da Hormona Luteinizante (resultado positivos). Se o seu ciclo é de 28 dias deverá de começar a fazer o teste cerca do 9º dia depois do primeiro dia da menstruação. Pode-se detectar uma gravidez através da temperatura basal? Sim, caso a temperatura basal permanecer elevada mesmo depois da fase do período menstrual passar (caso ele não surja), isso pode ser um sinal de que está grávida. Quando conceber, o óvulo é fertilizado nas trompas de Falópio, que de seguida levará cerca de uma semana a viajar até ao útero, onde será implantado. Este é o tempo que o corpo tem para detectar a sua gravidez. Quando é libertada hormona hCG (gonadotrofina coriônica humana), é normal que a temperatura do corpo suba, não de forma tão óbvia como quando ocorreu a ovulação, mas com alguma relevância, podendo ser detectada cerca de uma semana a 12 dias, depois do primeiro pico de temperatura. Medir a temperatura basal é suficiente? Não, pois fazer apenas o gráfico da temperatura basal apenas lhe dirá se a ovulação ocorreu. Como o óvulo apenas pode viver entre 12 a 24 horas, na altura em que a temperatura subir, um dia ou dois depois da ovulação, o óvulo já foi perdido. Porém, é importante anotar a temperatura basal porque é um indicador excelente para determinar quando ocorre a fase ovulatória, e para determinar se a segunda fase do ciclo - a fase lútea - é longa o suficiente para conseguir uma fertilização (esta fase deve durar pelo menos 9 a 10 dias, depois de ocorrer a ovulação até ao dia do próximo período menstrual). Quando estiver a anotar a sua temperatura basal, junte também outros sinais de fertilidade, para determinar a altura ideal para conceber, usando também indicações sobre o muco cervical para determinar a sua fase mais fértil.

Quando devo engravidar após uma perda?

Perder um bebê pode ser devastador, quer seja um aborto, durante o parto, ou mesmo depois do parto… tudo necessita de sarar: o corpo e o espírito. Depois do rol de emoções que sentirá quando surge uma perda, começará a questionar o seu caminho para a maternidade. Quando começar tudo de novo? O tempo recomendado Na realidade, o tempo que uma mulher espera para voltar a engravidar depende sempre do tipo de perda que experienciou, mas geralmente são necessários cerca de 3 meses para recuperar a condição física, este é o tempo mínimo necessário depois de uma perda, que o útero e o corpo necessitam para sarar. Deve esperar-se até à menstruação normalizar e, claro, até ao médico dizer que já pode voltar a tentar de novo. Depois de um aborto espontâneo, usualmente as perdas sanguíneas param passado uma semana (caso isto não aconteça, deverá dirigir-se ao seu médico assistente). A exaustão também poderá apoderar-se de si durante alguns dias. Tudo depende da sua perda, caso tenha acontecido um aborto espontâneo sem perdas de sangue prolongadas, é provável que vá ovular dentro de 2 a 4 semanas depois do aborto. Para saber se está a ovular, verifique a temperatura corporal, ou observe o muco cervical, desta forma saberá se a ovulação está a ocorrer. Mesmo no caso de um aborto, em que tenha sido necessária uma curetagem para o completar, o seu período menstrual pode surgir cerca de 28 dias depois, e a ovulação pode ocorrer passadas 2 semanas, levando assim cerca de 1 mês a 6 semanas para o seu corpo voltar ao normal. Porém, o ciclo pode levar meses a regular-se. Pesquisas sugerem que o risco de sofrer um aborto, na próxima gravidez, aumenta em 50% caso não espere por voltar a ter um ciclo regular antes de voltar a tentar. Caso tenha tido uma gravidez ectópica – onde o ovo fertilizado se implanta numa das trompas de Falópio ou fora do útero – é muito importante que seja acompanhada pelo seu médico para se certificar que não está a passar por outra gravidez ectópica, e que esta gravidez de facto acontece no útero. Quando voltar a ter relações sexuais Depois de uma perda relacionada com o aborto, é importante que não tenha sexo logo de seguida, pelo menos enquanto as perdas sanguíneas não tiverem parado. Enquanto estiver a recuperar, as relações sexuais podem provocar infecções. Mesmo antes de aparecer o período menstrual, deve usar contraceptivos. Logo que o corpo perceba que não está grávida ele trata de fazê-la fértil de novo, mesmo antes do primeiro período menstrual, por isso, dê tempo ao seu corpo para recuperar. Usar o tempo em seu favor para um novo começo Nem sempre o tempo é o maior determinante da altura para voltar a conceber, muito também depende do seu estado emocional. O tempo necessário à sua cura emocional só dependerá de si. Umas mulheres estão prontas a engravidar de novo logo depois de uma perda, outras demoram mais tempo; tudo varia de mulher para mulher e, no seu caso, tudo dependerá de si. A perda que sofreu poderá significar um período de tempo maior ou menor sem pensar em tentar engravidar. Não se preocupe, quando chegar de novo à altura, você saberá. Terapia: concepção Por vezes o tentar conceber de novo pode ser muito terapêutico, mas claro, isto também varia de mulher para mulher. Enquanto umas mulheres conseguem ultrapassar uma perda com uma nova tentativa de conseguir uma gravidez bem-sucedida, outras não vêem solução nesta decisão. Analise bem os seus sentimentos, seja sincera consigo, e tente perceber se esta solução é a indicada para si. Pergunte-se Está pronta para voltar a conceber, uma vez mais? Quer demore meses ou anos para começar a tentar engravidar de novo, saiba que o seu coração irá guiá-la neste processo de decisão. O coração também tem de sarar, e só você saberá se ele está curado. Depois de uma perda, muitas mulheres sentem-se isoladas ou com vontade de o fazerem, enquanto outras gostam de conversar acerca da sua perda. Tente compreender que nem todas as pessoas vão compreender as suas emoções, para uma pessoa que não esteja a acompanhar a situação, uma perda geracional é apenas mais uma. Porém, saiba que conversar acerca das suas emoções é essencial, especialmente com o seu parceiro e família. Não guarde tudo para si, mantenha não só o corpo saudável, mas também a sua mente.

10 Perguntas sobre as pilulas anticoncepcionais.

01 - COMO A PÍLULA FUNCIONA?
Os hormônios contidos na pílula (estrogênio e progestina) atingem uma glândula no cérebro (pituitária) e bloqueiam os hormônios responsáveis pela ovulação. O organismo “pensa” que está grávido e a ovulação é interrompida. Assim, não ocorre a gravidez. Além disso, ela deixa o muco cervical (secreção que sai pela vagina e se parece com clara de ovo) mais espesso. Isso ajuda a imobilizar o espermatozóide.
02 - ALGUNS REMÉDIOS PODEM ANULAR O EFEITO DA PÍLULA? Verdade. Sabe-se que a ampicilina, por exemplo, um antibiótico bastante comum e utilizado no tratamento de diversas infecções, pode reduzir sua eficácia. Nesses casos, a mulheres devem se certificar seu anticoncepcional contenha pelo menos 50 microgramas de etinil-estradiol ou mestranol. 03- PÍLULA NO SHAMPOO ACELERA O CRESCIMENTO DO CABELO? Segundo os especialistas seria uma grande desperdício. Pensem comigo: se anticoncepcionais realmente acelerassem o crescimento dos cabelos, já fariam parte da composição natural dos shampoos e mascaras capilares. É uma lenda totalmente sem fundamento! 04 - PÍLULA ENGORDA? Essa questão pode não ser verdadeira, apesar de muitas mulheres afirmarem o contrário. Uma pesquisa recente avaliou a variação de peso de 128 mulheres em uso de contraceptivos orais durante 4 meses e descobriu que 72% das pacientes não apresentaram qualquer alteração de peso no final do período. 05 - PÍLULA FAZ MAL PARA O CABELO? Não existem evidências científicas comprovando este fato, por que faria? 06 - A PÍLULA CAUSA VARIZES? A pílula possui sim diversos efeitos sobre o sistema cardiovascular e é possível que estejam envolvidos de alguma forma no desenvolvimento de varizes, mas as pesquisas realizadas não comprovaram nada até o momento. 07 - PARAR DE TOMAR PÍLULA PODE CAUSAR ACNE? Verdade. A pílula reduz os níveis sangüíneos de androgênios (hormônios masculinizantes) e, dessa forma, podem colaborar para diminuir a gravidade da acne. Mas não existem verdades absolutas na medicina, não é? 08 - A PÍLULA PODE SER USADA NO TRATAMENTO DA ENDOMETRIOSE? Sim, a pílula realmente pode fazer parte do tratamento não-cirúrgico desta doença. Progestinas isoladamente podem ser úteis e são a primeira escolha de muitos especialistas. 09 - PÍLULA REDUZ CÓLICAS MENSTRUAIS? A menstruação dolorosa (dismenorréia) é menos freqüente nas mulheres que não ovulam. Por isso, as pílulas podem ser úteis em 70-80% dos casos de dismenorréia. Mas quando a pílula é suspensa, as mulheres geralmente sentem a mesma intensidade de dor que apresentavam antes do seu uso. 10 - MULHERES QUE TOMAM PÍLULA DEMORAM MAIS PARA ENGRAVIDAR QUANDO PARAM? Verdade. O retorno à fertilidade em mulheres que interromperam o uso de hormônios leva mais tempo quando comparado às mulheres que interromperam outros métodos contraceptivos, mas não há prejuízo da fertilidade.

Esqueci a Pilula o que fazer?

Um certo pânico se instala quando a pílula é esquecida. O que fazer nessas horas? Calma. Dra. Mariana Maldonado ensina. O uso de pílulas anticoncepcionais é uma das formas mais antigas e eficazes para evitar a gravidez. Lançadas na década de 60, foram importantes na emancipação sexual das mulheres, que passaram a ter mais liberdade para transar sem o temor de ter uma gravidez fora de hora. Mas por outro lado, estas pílulas tinham uma dose muito alta de hormônios (estrogênio e progesterona) e por isso muitos efeitos colaterais, incluindo trombose e infarto do coração. De lá pra cá, muita coisa mudou: surgiram outras pílulas com novos hormônios e doses reduzidas, causando um mínimo de efeitos colaterais e riscos para a saúde, mas mantendo o máximo de proteção contra a gravidez. No Brasil, a pílula anticoncepcional (seja a combinada - que contém estrogênio e progesterona – ou somente com progesterona – a minipílula ou pílula da amamentação) é o método mais utilizado pelas mulheres, depois da ligadura de trompas. Quando usadas de forma correta e regular, previnem a gravidez em mais de 99% das vezes. Já está mais do que provado que a principal causa de gravidez em usuárias de pílulas é o seu uso incorreto, seja por falta de orientação ou por simples esquecimento. E por falar em uso correto, nunca é demais lembrar como estas pílulas devem ser usadas: para quem está começando com as pílulas combinadas (as mais comumente utilizadas pelas mulheres em geral), deve-se dar preferência às de baixa dosagem (35, 30, 20 ou 15 mcg de etinilestradiol). A primeira cartela deve ser iniciada no primeiro dia do ciclo menstrual (no primeiro dia da menstruação) e no horário mais conveniente para mulher. A forma de usar é simples: tomar uma pílula por dia, sempre respeitando o horário escolhido. Mas o que fazer quando se esquece de tomar a pílula? A resposta é simples: depende do tipo de pílula que se está usando (se é combinada ou só de progesterona), sua dosagem e formulação (se é de uso contínuo – sem interrupção – ou com intervalos). De uma forma geral, estas são as orientações sobre o que fazer em caso de esquecimento das pílulas combinadas: Esqueceu de tomar uma pílula: 1) Tomar a pílula esquecida assim que lembrar e seguir tomando a cartela normalmente. Se a pílula esquecida só for lembrada no momento da próxima tomada, pode-se tomar as duas pílulas ao mesmo tempo! 2) Não é necessário usar métodos adicionais (como por exemplo, a pílula de emergência ou do dia seguinte). Esqueceu de tomar duas ou mais pílulas: 1) Tomar a primeira pílula esquecida assim que lembrar. Depois, seguir tomando a cartela normalmente ou então descartar os comprimidos esquecidos para continuar com a ordem inicial. Não é preciso interromper a cartela. 2) Se o esquecimento aconteceu na última semana da cartela (últimos sete comprimidos), as pílulas restantes deverão ser tomadas até o final, descartando-se os esquecidos. Uma nova cartela deve ser iniciada logo em seguida, sem intervalos. 3) Em qualquer caso, é muito importante utilizar uma proteção extra (como a camisinha) ou não ter relações sexuais até ter tomado a pílula por sete dias consecutivos. 4) Se a mulher esqueceu de tomar duas ou mais pílulas da cartela e teve uma relação sexual desprotegida neste período, ela deve usar a pílula de emergência e seguir as recomendações dos itens 1, 2 e 3. E não esqueça: nenhum método é 100% seguro! As chances de falha da pílula aumentam se não forem usadas corretamente. Além disso, estas recomendações são gerais, não substituem a orientação médica e nem o uso da camisinha, que é o único método que confere dupla proteção: contra a gravidez e doenças sexualmente transmissíveis! Dra. Mariana Maldonado é médica ginecologista e obstetra, especialista em Sexologia e Homeopatia.                 

Ciclo menstrual irregular.

Você está sofrendo de problemas como o Ciclo Menstrual Irregular? A maioria de nós mulheres, vez ou outra se depara com este problema que é cada vez mais comum e tem sua origem ligada a outros problemas como estresse, tensão e ansiedade. O ciclo menstrual irregular pode ser causado por alterações hormonais relacionadas a experiências passadas que deixaram trauma. Porém, a causa mais comum com a qual o atraso na menstruação está relacionado é mesmo o estresse, a tensão, medicamentos e a utilização medicinal da cafeína como anticoagulante do sangue. O consumo da cafeína para fins medicinais diminui a intervalo mensal entre os ciclos. A flutuação nos períodos indica o começo de um rompimento da corrente natural de eventos hormonais que controlam o período menstrual. Alguns dos fatores comuns responsáveis pela irregularidade dos períodos são: - Ganho ou perda significativa do peso - Exercício em excesso - Síndrome de ovário/ predomínio de estrogênio - Desnutrição (ou dieta com exagero de hidratos de carbono) - Medicamentos - Quimioterapia - Cigarro/Nicotina/Tabaco - Drogas - Cafeína - Alimentação desordenada - Estresse - Desequilíbrio Hormonal relacionado ao perimenopausa - Parto - Uso excessivo do álcool - Disfunções uterinas Se você estiver sofrendo de ciclo menstrual irregular, procure o seu médico para um tratamento adeqüado. A irregularidade do ciclo não é o único sinal de problema médico. O fluxo contínuo ou irregular é uma indicação de problemas na ovulação. Se seu ciclo for irregular, marque uma consulta com o seu médico.

Uso prolongado de anticoncepcional dificulta a gravidez?

Acreditar que a mulher possa ter dificuldades em engravidar por tomar pílula anticoncepcional por um tempo prolongado é um mito", comenta a ginecologista Ceci Mendes Carvalho Lopes. Ela conta ainda que esse receio é incutido na cabeça da mulher como um castigo pessoal. "Fica aquele sentimento de `serei castigada por Deus`." Formulada à base de hormônios sintéticos, a pílula anticoncepcional mais utilizada é composta de estrogênio e progesterona. "O estrogênio impede a liberação do hormônio responsável pelo crescimento e amadurecimento do óvulo. Já o progesterona bloqueia a ovulação propriamente dita", explica o ginecologista Marcello Valle. Por serem bastantes similares aos hormônios naturais da mulher, o estrogênio e a progesterona da pílula anticoncepcional dificilmente podem trazer algum problema futuro à gravidez da mulher. "Estudos mostram que não há evidência de que a infertilidade seja aumentada pelo uso da contracepção oral por qualquer período de tempo. Também não é necessário que se faça as pausas entre as cartelas. O retorno aos ciclos ovulatórios se dá já no primeiro mês após a interrupção do tratamento", explica Valle. Mulheres que passam anos tomando pílula sem nunca terem tentado engravidar podem não ter conhecimento de sua condição fértil. "É muito freqüente que uma mulher que nunca tenha testado sua fertilidade, descubra que tem um problema quando resolve tentar engravidar", comenta Ceci. Outro dado importante é que a taxa de fertilidade da mulher decresce com o passar dos anos. Então, se você pensa em protelar a gravidez para depois que sua carreira estiver estabilizada, tenha a consciência de que já não vai ser mais tão simples engravidar como o era quando você tinha lá seus 20 anos. Os médicos relembram ainda que alguns métodos anticoncepcionais, ao contrário das pílulas tradicionais, exigem um pouco mais de tempo para a readaptação do organismo feminino. "Os contraceptivos injetáveis de depósito podem dificultar, uma vez que o hormônio permanece circulante no organismo da mulher por um longo período", finaliza Valle.

Como evitar câncer do colo de utero?

Fazendo o exame preventivo Papanicolau. Esse tipo de câncer demora muitos anos para se desenvolver, e as células podem ser descobertas desde o início. Por isso, se você fizer exame preventivo, detectar a alteração precocemente e seguir o tratamento de forma adequada, as possibilidades de cura são de 100%. O que é o exame preventivo? É a coleta de secreções do colo do útero feita com uma espátula e escovinha que pode, no máximo, provocar um pequeno incômodo, que diminui se você estiver tranqüila. O material coletado é colocado numa lâmina de vidro, que será examinada posteriormente ao microscópio. Que mulheres devem se submeter ao exame? Aquelas que tem ou já tiveram alguma atividade sexual, especialmente as de 25 a 29 anos de idade. Se a mulher fez uma histerectomia (retirada do útero) e tem mais de 59 anos, o médico esclarecerá sobre a necessidade ou não do exame. Onde fazer o exame preventivo? Procure o ambulatório posto ou centro de saúde mais próximo da sua residência. Aproveite a ocasião e solicite ao profissional de saúde que realize o exame clínico das mamas. Quais os cuidados para a realização do exame? - Não ter relação sexual nos dois dias anteriores ao exame. - Não usar duchas ou medicamentos vaginais nos dois dias anteriores ao exame. - Não estar menstruada. Em caso de sangramento fora do período menstrual, procure o serviço de saúde para orientação e, se necessário, tratamento. O que fazer após o exame? Você deve retornar ao serviço de saúde na data marcada para saber o resultado e receber instruções. Lembre-se: tão importante quanto submeter-se ao exame é buscar o resultado. E se o resultado for negativo para câncer? Você somente precisará repetir o exame preventivo após um ano. Depois da obtenção de dois resultados de exames negativos para câncer (normais), com intervalo de um ano, o exame só precisará ser repetido após três anos. E se o resultado der alguma alteração? Você será encaminhada para a realização de outro exame mais detalhado e se for necessário, será feito um tratamento. Siga a orientação recebida. Aproveite este momento para esclarecer todas as suas dúvidas.

Perguntas e Respostas Obstetricia

PERGUNTA: Estou grávida de 37 semanas,e sinto fortes dores e endurecmento na barriga,gostaria de saber se é normal,fiz a aminiocentese e deu normal,tenho receio de não saber se estou em trabalho de parto, gostaria que me ajudassem. Sinto muitas caibras no pé da barriga nestes ultimos 3 dias.obrigada e conto com vcs.
RESPOSTA: Durante toda a gestação o útero se contrai. São contrações indolores, que duram 10 a 20 segundos. Se esta começarem a ser dolorosas , alerte seu médico para tal. As vezes o stress , cansaço ou esforço aumentam as contrações. Procure ficar mais calma e repousar para levar a gestação até a 39/40 semana.
PERGUNTA: Fiz o exame de papanicolau e deu lactobacilos sp e cândida sp. Estou grávida de cinco meses. Isto afeta em alguma coisa?
RESPOSTA: Os lactobacilus são habitantes normais da vagina. A candida é um fungo comum na gestação. Se não tem queixas, não é necessário tratar . Não afeta sua gestação.
PERGUNTA: Gostaria muito de engravidar mas não consigo porque tenho um cisto no ovario o que eu faço? os medicos me manda aguardar. Já tem 3 anos que estou esperando.
RESPOSTA: Existem cistos de ovário de várias etiologias. Um cisto que persiste após 3 ciclos menstruais deve ser investigado, mais apuradamente para diagnóstico. Se você está há tres anos tentando engravidar, é porque alguma causa existe, e não deve ser estes cisto. Procure uma clinica especializada em Medicina da Reprodução para uma avaliaçãoe orientações.
PERGUNTA: Estou com 18 semanas de gravidez. No inicio da gravidez pesava 69.5 kg e no momento estou pesando 65.5 kg. Fiquei muito enjoada no inicio e perdi kgs. Algum problema por nao ter engordado? RESPOSTA: A perda de peso no inicio da gestação é muito comum, principalmente, se pelo enjôo a alimentação é deficiente. Não afeta seu bebe, não se preocupe. Outro fato comum, é que a grávida procura se alimentar mais saudavelmente na gestação, o que faz que perca peso, pois elimina gordura acumulada, pela dieta correta.
PERGUNTA: Gostaria de saber se há alguma possibilidade de um exame de gravidez feito através do sangue ter o resultado errado? Assim, como se mesmo grávida o resultado poderia ter dado negativo? Obrigada! RESPOSTA: O exame no sangue detecta o hormônio HCG e é altamente preciso. Os casos negativos podem ocorrer se este foi feito muito precoce no seu ciclo, ou se você ovulou mais tarde que o habitual. Ele deve positivar no sangue com 14 dias após a ovulação. Os testes de urina são confiáveis, mas podem ter um acerto um pouco abaixo do sangue.
PERGUNTA: Estou grávida de 5 meses, e estou com corrimento meio amarelado e as vezes coça muito. Meu médico passou o creme vaginal e o comprimido. Gostaria de saber se o meu bêbe corre algum risco? RESPOSTA: As medicações que utilizou, não trazem riscos ao bebe. Controle a cura com uma nova avaliação com seu ginecologista.
PERGUNTA: Estou grávida do meu segundo filho de 28 semanas e 5 dias, estou sentindo muitas dores nas costas e estou sentindo minha barriga dura constantemente, é uma dor muito incômoda. Tem hora que chega a ser até mesmo insuportável, quero saber se isso é normal ou preciso me preocupar e ir ao médico. RESPOSTA: Dores lombares e contrações uterinas, devem ser avaliadas pelo seu medico. Pode estar ocorrendo uma infecção urinária, que poderá levar a um quadro de contrações e até em parto prematuro PERGUNTA: Queria tomar remédio para emagrecer. Tenho um filho de 7 meses e amamento. Posso tomar? RESPOSTA: Se você ainda amamenta, os medicamentos podem passar pelo leite e atingir seu filho. Enquanto amamenta, não utilzie medicações, a não ser aquelas indicadas por seu médico.
PERGUNTA: Estou casada há dois anos e não engravido. fiz uma eco transvaginal e deu tudo normal. O médico falou que meu útero é perfeito. Meu marido também não tem nada. Porque não engravido? RESPOSTA: A dificuldade para engravidar se caracteriza por um casal com vida sexual, e após 1 ano não consegue engravidar. Parece ser o seu caso. Existem 3 causas para a dificuldade: Problemas no óvulo, esperma e na anatomia. Os exames que fez são insuficientes para um diagnóstico. Sugiro que procure uma clinica de Reprodução Humana para orientação.
PERGUNTA: O que é utero bicorno?
RESPOSTA: O utero bicorno é aquele que na formação do organismo na fase fetal não se fundiu Adequadamente. É necessário um bom diagnóstico pois existe o útero bicorno e o septado, que podem ser confundidos. O bicorno não traria problemas obstetricos , mas o septado leva a abortamento. procure um especialista para fazer uma melhor avaliação.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Quando as meninas devem ir ao ginecologista?

                        Saber qual a hora certa para levar uma menina ao ginecologista é uma dúvida que persiste na mente de muitas mães, já que normalmente são elas que tomam esta decisão - A primeira consulta costuma causar muita apreensão para as adolescentes, porque significa, de forma geral, que ela virou mulher e isso deve ser compreendido. Para o ginecologista e psicólogo Jorge Serapião, não é necessário levar uma criança de 8, 9 ou 10 anos ao ginecologista apenas porque teve a primeira menstruação (menarca). “Só em caso de sintomas de doenças, como corrimento. A mãe deve estar sempre conversando com a filha para saber se a saúde dela está dentro da normalidade”, explica. “Não há vantagem efetiva em levá-la ao especialista tão nova”, afirma. “Nessa idade, a menina tem um pudor acentuado com médicos homens, e as mães devem respeitar isso, optando por uma médica. Na adolescência, as mulheres se sentem menos constrangidas”, completa o especialista. A mulher deve ir ao ginecologista assim que inicia a vida sexual ou ao apresentar sintomas de alguma doença. A adolescente deve fazer a sua escolha ao longo das consultas. Jorge Serapião explica que, geralmente, a mãe escolhe o ginecologista da filha. Entretanto, muitas vezes a filha não aceita o ginecologista da mãe, principalmente se for homem. “Nesse caso, para a mãe ficar mais tranqüila, ela deve pedir a indicação de uma ginecologista ao seu médico de confiança”, sugere. Uma questão bastante complicada que frequentemente acontece nos consultórios é a mãe querer saber tudo sobre a filha. “Nem sempre as meninas desejam que a mãe fique ciente de tudo e pede segredo ao médico. É fundamental que ele preserve eticamente a informação de sua paciente. Claro que isso depende do fato. Se há risco para a vida da adolescente, o médico deve contar à mãe”, afirma. Hoje, basta uma consulta anual para fazer preventivo quando há vida sexual ativa e sem sintomas de doença. A partir dos 40-45 anos, a mulher deve incluir no exame a mamografia. Caso haja precedentes na família ou qualquer outro motivo, o profissional pode solicitar o processo mais cedo.

Ir ao ginecologista não tem Mistérios



     Na vida das garotas, um assunto em especial provoca um grande frio na barriga: a primeira visita ao ginecologista. Mas antes de vocę ficar ansiosa e morrendo de vergonha de ir ŕ consulta, saiba que esse especialista nada mais é do que a pessoa certa para resolver aquele monte de dúvidas que a gente tem sobre as transformaçőes do corpo, virgindade, higiene íntima, cólicas e sexualidade. Por isso, leia as perguntas e respostas que preparamos para deixá-la mais tranqüila para enfrentar esse momento tăo importante na vida da gente! Quando devo ir ao ginecologista pela primeira vez? Năo existe, na verdade, uma idade certa para isso. O que pode determinar que a hora de marcar uma consulta nessa especialidade chegou é a primeira menstruaçăo. Outros motivos, entretanto, podem apressar a consulta. Entre eles, queixa de cólicas e corrimento, excesso de pęlos pelo corpo, acne, demora para a chegada do primeiro ciclo menstrual ou qualquer outra dúvida com relaçăo ŕ puberdade. O que acontece na primeira consulta? Năo existe uma regra, mas geralmente a primeira ida ao ginecologista resume-se a um bom bate-papo! É isso mesmo: o médico vai querer saber tudo sobre a sua vida, perguntando coisas básicas para entender como anda sua saúde. Com isso, vocę vai ter de falar sobre seus hábitos, doenças que já teve, doenças na família, como é o seu ciclo menstrual, se vocę tem cólicas, se já tem vida sexual ativa, etc. O exame clínico em si deve acontecer apenas quando a garota se sentir preparada. E, no caso das meninas virgens, é importante dizer, ele năo é completo. Quer dizer, nessa situaçăo o ginecologista limita-se a examinar os genitais externos, além de realizar o exame das mamas. Um ultra-som também pode ser solicitado para completar a avaliaçăo clínica. As garotas que já iniciaram a vida sexual podem fazer uma análise ginecológica completa. Nela, a examinaçăo interna é realizada com um aparelhinho chamado espéculo - que é utilizado para o médico conseguir enxergar lá dentro. Pode ser que o ginecologista recolha um material para fazer o Papanicolaou, que é o exame preventivo do câncer de colo uterino. A minha măe precisa entrar comigo na consulta? Só se vocę quiser. Mesmo que ela insista, vocę tem todo o direito de entrar sozinha, caso tenha vontade. Afinal, tem gente que fica mais ŕ vontade de perguntar tudo o que der na telha quando năo tem ninguém por perto. Mas se vocę faz questăo que a sua măe esteja junto, o médico năo pode fazer nenhuma objeçăo. Eu preciso ir ao mesmo médico que minha măe vai há anos? Mais uma vez, a escolha é sua. Se vocę năo se sente ŕ vontade para ir ao mesmo ginecologista que sua măe vai, năo importa o motivo, explique isso a ela. Ela poderá ajudar a encontrar um novo médico e checar se ele é um profissional de confiança. Médico ou médica? Vocę decide! Esta decisăo é muito pessoal, por isso vocę tem de escolher o profissional que a deixa mais ŕ vontade. E, se vocę for a uma consulta e năo gostar do médico escolhido, năo tenha receio de trocá-lo. Sentir-se confortável com o especialista é a principal ferramenta para garantir que sua saúde será bem avaliada, afinal, năo tem nada a ver vocę continuar indo a um médico para o qual tem vergonha de tirar suas dúvidas, năo é verdade? E se vocę quer sentir-se ainda mais segura quando for ŕ consulta, converse com suas amigas e as mulheres da família. Vocę perceberá, no fim, que o ginecologista é seu grande aliado para garantir uma boa saúde!

Entenda seu ciclo menstrual

      Primeiro alguns dados Toda menina nasce com até 450 mil óvulos armazenados nos ovários. Na época da primeira menstruação, geralmente entre os 10 e os 14 anos, esses óvulos começam a ser amadurecer e a ser liberados, um a um, mensalmente. O óvulo é liberado do ovário e cai em estruturas parecidas com franjas na extremidade da tuba uterina (ou trompa de Falópio), que o vão transportando, devagar, com um movimento ondulatório, até o útero. Se no meio do caminho o óvulo for fertilizado por um espermatozóide, ele vai se alojar quando chegar ao útero e se multiplicar até se transformar no bebê e na placenta. Se a fertilização não acontecer, o óvulo será eliminado, junto com o revestimento interno do útero -- o que compõe sua menstruação. Como é um ciclo menstrual normal? Um ciclo menstrual normal costuma durar 28 dias, contando desde o primeiro dia da menstruação até o início da menstruação seguinte. Há mulheres que têm ciclos bem mais curtos, com até 23 dias, e outras possuem ciclos mais compridos, de até 35 dias. Ciclos mais curtos ou mais longos que isso têm mais probabilidade de ser anormais, por isso é aconselhável conversar com o ginecologista. Também é preciso ser avaliada pelo médico se você tiver sangramentos no meio do ciclo ou depois de ter relações sexuais. Como os hormônios funcionam Seu ciclo menstrual é controlado por uma série de hormônios produzidos por partes diferentes do corpo: • Hormônio liberador de gonadotropina (produzido pelo hipotálamo, que fica no cérebro) • Hormônio folículo-estimulante (produzido pela hipófise, uma glândula que também fica no cérebro) • Hormônio luteinizante (também produzido pela hipófise) • Estrogênio (produzido pelos ovários) • Progesterona (também produzida pelos ovários) O processo começa no cérebro. O hipotálamo produz o hormônio liberador da gonadotropina (GnRh), que vai até a hipófise e determina a produção ali do hormônio folículo-estimulante (FSH). O FSH entra na corrente sanguínea e chega até os ovários, estimulando o amadurecimento dos óvulos. Entre 15 e 20 "sacos", chamados folículos, contendo óvulos começam a amadurecer. Um deles (às vezes dois ou mais) se desenvolve mais rápido que os outros: é o folículo dominante. O FSH também estimula os ovários a produzir estrogênio. Esse hormônio incentiva os óvulos a amadurecer e determina que o revestimento interno do útero fique mais espesso, para que possa abrigar um eventual óvulo fertilizado. Ovulação: o óvulo é liberado À medida que os níveis de estrogênio no sangue aumentam, os níveis de FSH diminuem temporariamente, para depois crescerem de novo. Esse novo aumento é acompanhado pela forte secreção pela hipófise do hormônio luteinizante (LH). É o LH que deflagra a ovulação -- o momento em que o óvulo mais maduro rompe o folículo e sai do ovário. Logo que é liberado, o óvulo é capturado pela extremidade da tuba uterina (ou trompa de Falópio). O colo do útero, o "gargalo" que une o útero à vagina, normalmente produz um muco opaco e espesso, que os espermatozóides não conseguem penetrar. Pouco antes da ovulação, no entanto, o estrogênio faz com que essa secreção mude de aspecto: ela fica mais fina, transparente e viscosa, parecida com clara de ovo. Através dela os espermatozóides conseguem passar pelo colo do útero e nadar até as tubas uterinas, para então encontrar o óvulo. É na tuba (ou trompa) que a fertilização costuma acontecer. Depois da ovulação Dentro do ovário, o folículo vazio de onde o óvulo saiu se transforma no corpo lúteo. Trata-se de um pequeno aglomerado de células amarelado, que começa a produzir a progesterona. A ação da progesterona faz com que o muco que reveste o colo do útero e a vagina volte a ficar opaco e impenetrável aos espermatozóides. Também estimula o revestimento interno do útero, que fica mais espesso e de aspecto esponjoso, devido ao forte afluxo de sangue. É o endométrio, que está pronto para receber o zigoto (óvulo fertilizado por um espermatozóide). Conforme a concentração de progesterona no corpo aumenta, os seios ficam mais volumosos e sensíveis. A hipófise pára de produzir o FSH, para que nenhum outro óvulo amadureça. Quando há fertilização... Quando um espermatozóide fertiliza o óvulo dentro da tuba uterina, o óvulo continua descendo até chegar ao útero, onde se aninha no endométrio, o revestimento interno do útero. A essa altura, o zigoto já possui cerca de 150 células. A viagem desde o ovário até o útero leva cerca de cinco dias. Os níveis de progesterona continuam altos, o corpo lúteo continua trabalhando e pode se transformar num cisto temporário, e é possível que você comece a sentir os primeiros sintomas da gravidez. Quando não há fertilização... Se o óvulo não for fertilizado ou se, mesmo fertilizado, não conseguir se implantar no endométrio, ele começa a se desintegrar, e o corpo lúteo diminui. Os níveis de estrogênio e de progesterona caem, e o revestimento interno do útero começa a produzir prostaglandina. Essa substância modifica a irrigação sanguínea do útero, fazendo com que o endométrio se rompa e que o útero comece a se contrair para expulsá-lo (daí a cólica menstrual). A menstruação desce, e o óvulo não-fertilizado é eliminado junto com o revestimento uterino. Com isso, o ciclo recomeça.
                  

Perguntas e Respostas Ginecologia

PERGUNTA: Pega-se herpes genital mesmo que nao se apresenta o sintoma? Pega-se herpes labial com sexo oral?
RESPOSTA: somente se transmite herpes se ocorrer lesoes ativas , o sexo oral com lesoes pode transmitir a doença.
PERGUNTA: Depois que minha menstruação desce tenho um corrimento meio amarelado. Gostaria de saber o que pode ser isso?
RESPOSTA: É provável que esteja com infecção, tricomonas e um dos casos que pioram apos a menstruação. Faça uma consulta.
PERGUNTA: Já tem mais de um mês que apareceu na vagina do lado de fora, uns caroços que não dói mas me incomoda. o que pode ser?
RESPOSTA: É provável que seja um cisto de bartholin, decorrente de uma infecção da glândula, as vezes precisa operar. Consulte um ginecologista.
PERGUNTA: Tem a possibilidade de não aparecer que a mulher esteja grávida no ultrasson e também no exame de sangue, se ela estiver grávida?
RESPOSTA: Sim, se for muito precoce. Exames de sangue para hcg raramente falham, principalmente se realizados após o atraso menstrual.
PERGUNTA: Qual o melhor período para fazer o exame preventivo(papanicolau)?
RESPOSTA: Poderá realizar o exame, três dias após o término da menstruação e abstinência sexual. PERGUNTA: Por que estou sem menstruar. Já fiz o teste de gravidez e deu negativo.
RESPOSTA: Normalmente tem causas hormonais, alterações de tireóide ou prolactina, causas psicológicas, uso de medicamentos, etc. Faça uma consulta médica.
PERGUNTA: Faz algum tempo, tenho sentido um ardor horrível após a relação. Já fiz diversos exames que não acusam nada. Meu médico encontrou uma bactéria que está tratando, mas mesmo assim ainda sinto um pouco de ardência. O que pode ser?
RESPOSTA: o caminho para o seu tratamento esta certo, pode ser que esteja com algum tipo de infecção mesmo e que necessita do uso de antibiotico mais especifico.
PERGUNTA: Perdi minha virgindade, sendo que na hora eu não sangrei, mais depois de 2 dias estou sangrando, principalmente quando eu faço xixi, isso é normal?
RESPOSTA: Sim, pois ocorreu ruptura do hímen , porém se tiver muita dor ao fazer xixi, pode ser infecção de urina, procure uma avaliação.
PERGUNTA: Gostaria de saber, porque quando eu faço sexo, sangro um pouco, nao sinto nenhuma dor. Acontece mais quando estou pra ficar menstruada, ou então após uns dias do término da menstruação. RESPOSTA: não é possível deteriminar, pode ser que voce esteja com uma ferida no colo do útero ou outra lesão, sugiro uma avaliação ginecológica.
PERGUNTA: Tenho um ferida no útero há vários anos,ja fiz cauterizaçao 3 vezes e nao deu muito resultado, as vezes sinto colicas sem estar no periodo menstrual, será que tem alguma coisa relacionada com isso? RESPOSTA: Uma "ferida " no útero pode não necessitar obrigatoriamente a cauterização. O meu conselho é que faça uma Colposcopia, e avaliar se existe alguma área que necessite de tratamento. Se o colo estiver OK, mantenha apenas o controle semestral.
PERGUNTA: Transei com meu namorado sem penetração... Tenho chance de engravidar... acho que ainda sou virgem.
RESPOSTA: Se a relação não foi consumada, dificilmente você engravidaria. A ejaculação na entrada da vagina mesmo sem penetração, poderia permirtir o espermatozoide entrar. De qualquer maneira, um conselho, sempre use a camisinha. Protegerá você de uma gestação indesejada e de uma infecção. PERGUNTA: Pode ficar grávida, tomando pílula anticoncepcional?
RESPOSTA: A pílula contém hormônios, que podem afetar a formação de seu bebê. Se você está tomando adequadamente, não pode ter engravidado.

PERGUNTA: Estou gravida de 37 semanas,e sinto fortes dores e endurecmento na barriga,gostaria de saber se é normal,fiz a aminiocentese e deu normal,tenho receio de não saber se estou em trabalho de parto, gostaria que me ajudassem. Sinto muitas caibras no pé da barriga nestes ultimos 3 dias.obrigada e conto com vcs.
RESPOSTA: Durante toda a gestação o útero se contrai. São contrações indolores, que duram 10 a 20 segundos. Se esta começarem a ser dolorosas , alerte seu médico para tal. As vezes o stress , cansaço ou esforço aumentam as contrações. Procure ficar mais calma e repousar para levara gestação até a 39/40 semana.
PERGUNTA: O que faz diminuir a ação do anticoncepcional e levar a gravidez?
RESPOSTA: Não existe diminuição do anticoncepcional. Se houver esquecimento da tomada, os niveis hormonais diminuem e a proteção da contracepção pode não agir, uma ovulação ocorrer e engravidar. Procure não esquecer. No máximo tome até 12 horas após a hora habitual. Se passar deste periodo, procure fazer outro método contraceptivo.
PERGUNTA: Minha menstruação não vem mais a um 1 ano e sete meses isso é grave? o que devo fazer? RESPOSTA: A falta de menstruação denota uma alteração de sua função hormonal. Deve ser avaliada e se necessário tratada. A falta da regra em si não traz qualquer dano, mas a alteração hormonal que causa a falta da menstruação, sim pode provocar desconforto. . Procure seu ginecologista para uma avaliação hormonal PERGUNTA: Gostaria de saber se a candidíase vulvovaginite se atrasa a mestruação.
RESPOSTA: A infecção vaginal não interfere no funcionamento do útero e ovários. São duas coisas diferentes. Procure seu medico para um bom diagnóstico
PERGUNTA: Menstruei uma vez faz quase 9 meses, só que numca mais menstruei. Sei que não estou gravida pois sou virgem. Gostaria de saber por que não menstruei mais.
RESPOSTA: As primeiras menstruações, podem ser irregulares sem que isto denote qualquer tipo de problema. Se passar de um ano sem que menstrue, procure um ginecologista para avaliar seus hormônios e lhe explicar o que pode estar acontecendo.
PERGUNTA: Minha mulher fez laqueadura há 7 anos Ela tem 29 anos. Tem chance de fazer a reverçao? RESPOSTA: A reversão da laqueadura pode ser tentada através de uma videolparoscopia, após alguns exames de avaliação. Outra possibilidade seria a fertilização in vitro , na qual não utilizariamos as trompas. Retiramos o ovulo, fecundamos no laboratorio e transferimos diretamente para o utero, sem a necessidade de cirurgia.
PERGUNTA: Tenho micropolicistico, fiz um tratamento de mais de 1 ano com anticoncepcional e nao obtive resultados. Somente aumentou o tamanho o meu óvulo esquerdo. Gostaria de saber se existe um método caseiro que eu possa usar para diminuir ou acabar e se corro risco de nao engravidar.
RESPOSTA: Os ovários policísticos são uma patologia de fundo hormonal. Não há no momento um tratamento de cura para esta patologia. O uso de pilula é um tratamento sintomático, ao parar tudo voltaria ao normal. Sugiro que procure um especialista para tratamento fertilidade
PERGUNTA: quero saber porque a capitura híbrida para hpv é indicada apenas para mulheres acima de 25 anos e quais são os exames que precisam ser realizados para saber se este virus existe? No homem com o tempo pode desaparecer as bolinhas?
RESPOSTA: O HPV é diagnósticado através do exame preventivo do câncer, o Papanicolau. Deve ser feito por todas as mulheres com vida sexual, independente da idade. Quando descoberto a infecção por HPV, o mais importante é sabermos se existe uma lesão no colo do utero e qual a agressividade desta lesão. A captura híbrida é um dos exmaes que podem ser feitos, mas não é considerado, hoje, fundamental. Lembrem-se que a vacina do HPV deve ser aplicado em TODAS as mulheres que tenham vida sexual, e não estejam casadas ou em relação estável longa.
PERGUNTA: O que podemos ver através do ultrasom em uma gravidez?
RESPOSTA: A partir de 6 semanas de gestação o ultrasom já permite visualizar o embrião e os batimentos cardíacos. Daí em diante em determinadas datas, são realizados exames que mostrarão certas particularidades, buscando saber se o bebe é saudavel. Habitualmente fazemos exames na 6* semana, na 12* semana para avaliar a translucência fetal, na 22* semana para o exame morfologico, e depois avaliações da placenta e análise cardíaca do bebe.
PERGUNTA: Gostaria de saber se tem como dar negativo o teste de gravidez bhcg?
RESPOSTA: O teste do beta HCG, demonstra a presença deste hormônio no sangue. A partir de 14 dias da ovulação, o exame deve ser positivo. Se negativo, o exame pode ter sido feito precocemente e ainda não positivou. O exame de urina, é menos sensível, podendo apresentar falso negativo. Se a regra estiver atrasada, procure um bom laboratório e faça o exame de sangue.
PERGUNTA: Gostaria de saber se tem risco de engravidar quando temos relação menstruada? RESPOSTA: O utero se prepara para receber o embrião, produzindo o endométrio, que é a camada interna que recobre a cavidade. Se a menstruação ocorre é porque a mulher não engravidou, o ciclo hormonal se interrompe e o endométrio é eliminado. Inica-se um novo ciclo e novo endométrio é produzido para receber o embrião. Logo, uma relação sexual na menstruação, não permite uma gravidez , pois não há ovulação neste período e não há endométrio para um embrião se implantar. Cuidados devem ser tomados, pois a mulher pode sangrar(e não menstruar) durante o ciclo, e à vezes algumas mulheres sangram na ovulação. Confundir um sangramento com menstruação pode levar a riscos de engravidar. Consulte seu ginecologista para um método de prevenção.

Sexo e Gravidez

Conflito Esposa-Amante X Esposa-Mãe
A gravidez é um fenômeno diferenciado na vida de um casal. Hoje, cada vez mais, o homem tende a participar neste processo ativamente. É comum encontrarmos homens sentados na sala de espera do consultório de obstetras, ou mesmo saindo do médico com suas esposas grávidas. A gestação pode e deve ser uma etapa vivida a dois. Tanto os homens quanto as mulheres passam por adaptações físicas e emocionais, inclusive na sua relação sexual durante a gestação. Não é raro nos depararmos com mudanças físicas nos parceiros de gestantes, como o aumento de peso e, em algumas situações, intolerância gástrica. Em uma tribo da Nova Guiné, os maridos, após o parto de suas esposas, colocam-se prostrados no leito como mulheres no puerpério (período que segue imediatamente ao parto), apresentando os mesmos sintomas que elas, como dor, desconforto, insegurança, depressão e ansiedade. O Sexo Muda na Gravidez? No 1º trimestre não é raro haver uma perda de desejo sexual por parte das mulheres. Uma 1a fase de contentamento cega as demais sensações, além das mudanças iniciais do corpo e dos genitais. A mulher volta-se para o planejamento de uma vida agora familiar, e não mais apenas de casal. Existem algumas fantasias de causar o aborto nesta fase, o que pode contribuir para a diminuição do desejo no casal, além de desconfortos comuns como náuseas. O conflito básico de se colocar na mesma mulher a figura de mãe e a de esposa-amante pode vir à tona, não só para a futura mãe como também para seu par. Algumas pesquisas referem que alguns homens procuraram pela 1a vez relações extraconjugais nesta etapa da gestação. Ficam confusos em relação ao papel de suas esposas. Alguns sentem-se extremamente enciumados e excluídos, buscando uma terceira pessoa para contrabalançar sua exclusão do par mãe-futuro bebê. O 2º trimestre é demarcado como uma volta do desejo feminino ao normal, ou até mesmo de maior intensidade. Algumas mulheres relatam que nesta fase, o desejo foi o mais intenso de suas vidas, sentindo-se muito atraentes e felizes. Para o homem, pode haver o 1o impacto ao perceber, de fato, a gestação de sua esposa, pois nesse período a barriga torna-se mais aparente. O 3º trimestre apresenta maiores desconfortos, principalmente após o 8o mês. A freqüência urinária pode aumentar e a barriga muda o centro de gravidade da mulher, tornando-a um pouco mais desajeitada ao caminhar. As fantasias voltam, agora de serem flagrados e espiados pelo feto durante a relação sexual. Alguns homens temem bater na cabeça do bebê com o pênis durante a penetração. As posições assumidas no ato sexual vão se restringindo mais, havendo preferência pela posição "de ladinho". A ameaça de aborto é temida, bem como complicações de parto prematuro. Os casais ficam mais reticentes em buscar atividade sexual, e alguns até mesmo se abstêm. Por vezes, a ansiedade nas mulheres por não haver gratificação sexual pode ser mais lesiva que o coito, excetuando-se situações onde haja contra-indicação de atividade sexual pelos riscos de parto prematuro ou descolamento de placenta, por exemplo. No último mês, os obstetras oferecem orientações contraditórias. Alguns recomendam abstinência até o final da gravidez, outros apenas na última semana. Concordam na abstinência se existir algum risco obstétrico. Alguns recomendam sexo até o final mesmo, evitando-se ansiedades sexuais por parte da mulher. Após o parto, recomenda-se um período de abstinência até se recomeçar a vida sexual (aproximadamente de 4 a 6 semanas). No entanto, muitos casais mantêm atividade sexual bem antes disto. A mulher vai apresentar menos desejo sexual devido a alterações hormonais, com aumento da Prolactina e também pela exaustão do pós-parto e dos cuidados iniciais com um bebê.

Curetagem - Raspagem Uterina

O que é a raspagem (curetagem uterina) ? Este exame permite recolher amostras do interior do útero. A curetagem, também conhecida por raspagem, é um exame complementar utilizado em ginecologia, quer para diagnóstico quer para tratamento. O útero é um órgão essencialmente constituído por músculo, com uma cavidade interna virtual, uma vez que esta cavidade não se encontra normalmente alargada. Esta cavidade é revestida por uma estrutura muito fina, chamada endométrio. Esta estrutura sofre alterações regulares associadas ao ciclo menstrual. Por outro lado, é nesta estrutura que se implanta o óvulo fertilizado e se desenvolve a gravidez. Esta cavidade uterina é fechada por um dos orifícios do colo do útero. A curetagem pode ser utilizada para recolha de amostras do endométrio, ou para evacuação do conteúdo uterino duma gravidez não evolutiva, associada à alterações fetais que possa constituir uma ameaça para a mãe. A curetagem exige a dilatação do colo do útero para ter acesso à cavidade uterina; a dilatação é feita com instrumentos próprios que se designam de velas; após a dilatação do colo do útero a colheita de material do endométrio ou a evacuação da cavidade uterina é feita com a utilização dum instrumento designado de cureta. O ato de curetagem deve ser muito bem coordenado, sistematizado e suave no sentido de evitar qualquer complicação e de garantir que toda a cavidade uterina foi corretamente explorada. No caso da colheita de material do endométrio este exame pode ser previamente acompanhado da visualização direta da cavidade uterina através dum instrumento de óptica que se designa de histeroscópio. A vantagem da utilização prévia deste instrumento é que nos permite identificar as zonas do endométrio que necessitam de ser recolhidas para outro tipo de exames, tratando-se assim de uma curetagem muito bem orientada. Para que serve Existem duas situações em que se pode recorrer à dilatação e curetagem: para a colheita de material do endométrio/endocolo ou para evacuação uterina (quer num aborto quer na acumulação de sangue ou proliferação do endométrio). Como se realiza Este exame pode requerer a prévia anestesia da doente. Quando se trata apenas da colheita de material do endométrio, a anestesia local pode ser suficiente; uma boa preparação do colo do útero (com medicamentos que provocam a sua dilatação) pode facilitar a dilatação e curetagem sem recurso à anestesia. Na evacuação de conteúdo uterino recomenda-se sempre anestesia geral, pois é necessário um bom relaxamento da doente para executar corretamente este tipo de tratamento. Quem realiza Este exame/método de tratamento é realizado pelos ginecologistas/obstetras. Preparação especial: Pode haver necessidade de anestesia local ou geral. Complicações Tratando-se de ato cirúrgico e, eventualmente, com anestesia, podem existir complicações cirúrgicas e anestésicas. Existe o risco de infecção, de hemorragia ou riscos inerentes à anestesia (geral ou local). Diretamente relacionado com o ato da curetagem, existe o risco de perfuração uterina ou de uma raspagem mais vigorosa que altera as estruturas normais do endométrio e faça com que a doente deixe de menstruar. Vantagem deste exame em face a outro tipo de exame Como exame complementar de diagnóstico, é o exame mais abrangente e orientado que permite a colheita de material do endométrio. Podem ser feitas colheitas de material do endométrio por um método muito simples de introdução dum instrumento muito fino que se designa de PIPELLE ou ainda com um sistema de aspiração chamado de VABRA.

Corrimento Vaginal

Também conhecido como vaginite, o corrimento vaginal é um dos problemas ginecológicos mais comuns e freqüentes na mulher. Alguns tipos são causados por doenças sexualmente transmissíveis, outros por desregulamento da flora vaginal e alguns, inclusive, podem ter origem em fatores psicológicos, como o estresse. Veja mais sobre o assunto… “Toda mulher possui uma secreção própria, que é natural e normal. Esse muco, que no período fértil fica um pouco aumentado, tem aspecto cristalino, como se fosse uma clara de ovo”, explica a ginecologista Silvana Chedid. Quando essa secreção passa a assumir um aspecto esbranquiçado ou amarelo e com odor, acompanhada de coceira, dor (agravada durante a relação sexual) ou ardor, o corrimento pode ter causas patológicas diversas. E elas variam de um simples desequilíbrio orgânico até doenças venéreas, como a gonorréia. “Os agentes de corrimento mais comuns são os fungos. A candidíase, por exemplo, é um dos corrimentos mais freqüentes”, comenta o ginecologista do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, Domingos Auricchio Petti. Com um corrimento de aspecto cremoso e esbranquiçado, a candidíase pode ser adquirida durante a relação sexual, por roupas e objetos contaminados, por causa de uma higiene pessoal inadequada ou quando a mulher apresenta baixa resistência imunológica. Uma dica é tentar manter a região da vagina o mais arejada possível, pois a candidíase aparece quando a área está quente e úmida. “Usar calcinhas de algodão, que permitem uma ventilação melhor e absorvem as secreções, é o mais indicado”, alerta Petti. Outra idéia é dormir sem calcinha para evitar o abafamento da região sempre que possível. Além dos fungos, bactérias e protozoários também são agentes causadores dos corrimentos vaginais. A tricomoníase, por exemplo, que se caracteriza por uma secreção amarelada e ardor, é causada por um protozoário transmitido durante a relação sexual e por roupas e instrumentos ginecológicos contaminados. Esses microorganismos podem ainda contaminar a mulher durante a masturbação. Uma vez que ela se toque sem antes ter tido uma higiene correta das mãos ou dos objetos utilizados, as chances de uma infecção por bactérias e fungos crescem consideravelmente. Alergias a absorventes, amaciantes e produtos de higiene podem também estimular o aparecimento de corrimentos. Nesses casos, o ideal é que se evite o contato com o alergênio em questão, a fim de evitar irritações na região vaginal. Tratamentos: Não há um tratamento específico e padrão para a vaginite, cada caso pede um medicamento direcionado ao agente do corrimento. “Em geral, se usa cremes vaginais e comprimido via oral, mas algumas vezes é necessário o tratamento do parceiro também”, explica Silvana. É importante, no entanto, que a mulher não tente “adivinhar” o que lhe causou o corrimento. Exames ginecológicos como o papanicolau e os laboratoriais são necessários para se definir o melhor tratamento a seguir. Em casos mais simples, o não tratamento da vaginite pode trazer à mulher apenas um desconforto constante, ardor, corrimento permanente, irritação dos órgãos genitais e odor. “No entanto, dependendo do microorganismo causador, como o caso de algumas bactérias, quando não tratados podem infeccionar trompas e ovários”, alerta Silvana. Fatores que favorecem a vaginite: - Alergia - Baixa imunidade - Diabetes - Doenças sexualmente transmissíveis - Estresse - Gravidez - Higiene incorreta - Masturbação

Papanicolau

O papanicolau é um exame ginecológico realizado ao colo do útero. A realização periódica deste exame, reduz significativamente a taxa de mortalidade por cancro do colo do útero. No exame podem ser detectadas várias doenças infecciosas ou cancerígenas, antes de se desenvolver em cancro, como o HPV, ou cancro na fase inicial, aumentando a probabilidade da cura. Também pode determinar qual o risco da mulher desenvolver cancro. O médico especialista (ginecologista) é que determina qual a frequência da realização do exame, que varia de mulher para mulher. Preparação para o exame Este exame não deve ser marcado durante a menstruação. Não colocar cremes vaginais nem ter relações sexuais três dias antes do exame. Mulheres virgens devem avisar o médico antes do exame. Realização do exame O papanicolau é feito durante o exame ginecológico e deve ser feito a todas as mulheres, principalmente antes de iniciar a vida sexual. É pouco doloroso se houver um bom relaxamento. A mulher retira a roupa de cintura para baixo e deita-se numa marquesa própria para este exame. É colocado um resguardo sobre as pernas, e estas colocadas num apoio de forma a mantê-las um pouco mais elevadas que o corpo e separadas. O médico introduz um espéculo de plástico descartável na vagina por onde introduz um cotonete longo, para recolher células na parede do colo do útero. O material colhido é colocado em duas lamelas de vidro e enviado para o laboratório para observação microscópica. O médico também visualiza o interior da vagina e colo do útero, através do espéculo, com auxílio de uma luz forte. Resultados do exame Se o resultado der negativo, o colo do útero está normal. Positivo não significa cancro, requer um estudo com outros exames como a colposcopia ou biópsia. Os resultados são descritos em classes de I a V, e também refere se o colo tem lesão. Os resultados são apenas interpretados pelo médico e é a ele que deve expor todas as suas dúvidas.

Primeiros Sinais de Gravidez

Muitas mulheres intuitivamente sabem quando engravidaram. Isso ocorre porque o corpo envia alguns sinais claros da presença de um bebê no útero. Algumas destas mudança acontecem porque o corpo se prepara para nutrir o feto, aumentando assim o nível de hormônio durante as primeiras semanas da gestação. Acompanhe alguns destes sinais: • Cansaço durante a noite e o dia • Atraso no ciclo menstrual • Seios sensíveis e levemente maiores • Fraqueza e um pouco de tontura • Aumento da secreção vaginal • Enjôo • Sensibilidade emocional exacerbada, causada por mudanças hormonais • Aumento no volume de urina • Rejeição a cheiros comuns como o de café e cigarro Vale lembrar que o mal-estar é passageiro e já no terceiro mês de gestação costuma diminuir ou desaparecer.

Infertilidade Feminina

Os avanços científicos para neutralizar a infertilidade feminina são tão grandes que muitos especialistas afirmam que só não há solução para aquelas mulheres que não têm útero. Os problemas mais frequentes, como a endometriose, distúrbios ovulatórios e tubários, disfunções no muco cervical, entre outros, agora são perfeitamente contornáveis. Problemas como a baixa qualidade de óvulos, causada pela idade, podem ser tratados pela transferência de citoplasma, que é uma parte da célula que tem como uma das funções, alimentar o núcleo. Na técnica, ainda em fase de pesquisa, complementa-se o óvulo considerado ruim com o citoplasma de um óvulo doado. Apesar dos avanços, os desafios continuam. Segundo os especialistas, o maior deles, neste campo, é desenvolver técnicas para a fixação do embrião no útero. Em um laboratório, as chances de fecundação são em torno de 70%, enquanto as chances do bebê se fixar no útero são de até 22%, índice este, semelhante aos de uma gravidez ocorrida por fecundação natural.

Mulheres que venceram o drama da Infertilidade

         A jornalista Cláudia Collucci, autora do livro Quero Ser Mãe, da editora Palavra Mágica, produziu um autêntico guia para casais com dificuldades para ter filhos. Além de um glossário com informações técnicas e dicas importantes sobre possíveis soluções para cada tipo de problema, numa linguagem bastante ágil e apoiada por especialistas no tema, a obra traz histórias reais de 30 mulheres que recorreram aos mais diferentes métodos e relatam suas experiências pessoais. Uma dessas mulheres é a jornalista Fátima Bernardes, mãe de trigêmeos, que dá um emocionado depoimento e fala publicamente pela primeira vez sobre as duas fertilizações feitas em uma clínica em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo. Assim como as outras entrevistadas, Fátima faz um relato detalhado sobre a sua experiência e da luta que ela e o marido, William Bonner, travaram para realizar o desejo de ter filhos. Cláudia Collucci, repórter e editora da Folha de S. Paulo e especialista no tema, sobre o qual está defendendo uma tese de mestrado em História da Ciência na PUC de São Paulo, entrevistou casais de várias cidades brasileiras e das mais diferentes idades e classes sociais. "A idéia é mostrar que todas essas mulheres tinham um sonho em comum em ser mãe e foram à luta para realizá-lo", afirma a autora. No primeiro capítulo, ela faz uma análise histórica sobre a origem do desejo da maternidade e como ela é encarada ao longo da história da humanidade. Nos demais capítulos são abordados os mais diferentes problemas que causam a infertilidade no homem ou na mulher, entre eles, a esterilidade sem causa Aparente, a endometriose, a laqueadura, a vasectomia, a varicocele (que causa infertilidade masculina), a gravidez tardia e o aborto. Em cada um desses casos, as personagens contam as verdadeiras maratonas pelas quais tiveram que passar para levar a gravidez até o fim. Também há casos de mulheres que ainda não conseguiram engravidar, mesmo depois de nove ou dez tentativas de fertilização in vitro. E histórias de mulheres que desistiram e resolveram adotar um filho. "O livro não é uma apologia à fertilização artificial. Mostra, sobretudo, a realização de desejos mais profundos. São histórias de mulheres que tiveram coragem de eleger um filho como o maior sonho de suas vidas", define Cláudia. "É uma obra importantíssima para 10 milhões de brasileiros que convivem com esse dilema", diz o médico José Franco Júnior, considerado um dos maiores especialistas em Reprodução Humana do País.

Adoção

É comum em crianças, fantasias de que os pais reais não são aqueles com quem vivem. As vezes, em momentos que são contrariados, ou quando nasce um irmãozinho, sentindo-se preteridos, questionam se realmente aqueles são os seus pais, ou se foram adotados. Não é raro brincadeiras em família, referindo-se que uma das crianças foi encontrada na rua, ou ainda que foi trocada na maternidade. As crianças querem saber sua origem e, principalmente, se são amadas e merecem este amor. Mas a maior preocupação em relação a origem biológica é do adulto e, se esta questão não estiver solucionada, vai repercutir na criança. O desejo de ter um filho envolve uma reflexão maior, mas de forma sucinta estaria ligada a nossa continuidade, ao fato de perecermos através das gerações. Se por algum motivo um dos cônjuges se vê impossibilitado de gerar um bebê, pode ser acometido por angústias e, isso pode desencadear no casal mudanças na dinâmica da relação. A forma como for tratada esta situação será muito importante na história desta criança que será adotada. É importante que ambos - pai e mãe -, desejem esta criança. Definição de adoção: a inserção de uma criança numa família que não a biológica. Esta ato se dá de maneira definitiva, com respaldo jurídico, baseado em normas que estão em vigor. Para que isto aconteça, os pais biológicos da criança devem ter morrido, ou estarem desaparecidos, ou ainda, não querem ou não podem assumir a responsabilidade das funções parentais. Quanto antes a criança for adotada melhor. A ligação com a nova família se iniciará mais cedo. A relação estabelecida, principalmente entre mãe e bebê, e mãe, pai e bebê é muito importante no desenvolvimento da criança. Estas relações são primordiais estimular o desenvolvimento do bebê. A relação afetiva favorece o amadurecimento da criança em geral, portanto, quanto antes o bebê encontrar um substituto, uma mãe suficientemente boa, menores serão os fatores adversos. Mesmo assim, uma relação já foi estabelecida de alguma forma com a mãe biológica, os nove meses foram de íntimo contato. Neste tempo houve troca, afetiva ou não, entre mãe e bebê e, quanto mais o tempo passa, mais se estreita este contato. A criança vai reconhecendo esta mulher como sua mãe. O amor de mãe não está forçosamente ligado ao "sangue do meu sangue". Com freqüência observamos mães que não se encontram em condições de proporcionar à criança aquilo que ela necessita. Neste caso pode acontecer o abandono, negligência e reações agressivas. Muitas vezes a mãe adotiva tem melhores condições de aceitar e cuidar desta criança do que a mãe biológica. É na experiência da interação entre pais e filhos, seja ele adotivo ou não, no contato diário, nos cuidados, proteção e afeto que a criança recebe que se estabelece a relação. O desempenho da função parental autêntica é fundamental para que a criança os assuma, psicologicamente, como pai e mãe.

A Escolha da Maternidade Paternidade

                 Tornar-se ou não responsável por uma criança é um dilema difícil de solucionar, pois a opção favorável à maternidade/paternidade indica a mudança definitiva de status. Optar por esta alternativa é assumir uma grande responsabilidade, já que a criança dependerá integralmente do casal por um longo tempo. O filhote do ser humano nasce prematuro, sem condições de sobreviver sozinho, o que se dá de maneira diferente com os outros animais que, em dias ou semanas, estão prontos para cuidar de si sem a ajuda de seus pais. Tornar-se pai ou mãe é participar da cadeia das gerações e, quando nos damos conta desse fato, temos a sensação de que somos ínfimos. É neste momento que percebemos que muitos nos antecederam e que muitos nos descenderão e, por isso, devemos aceitar a hipótese de que pode-se permanecer vivo através das gerações. Dessa forma, deixamos de ser finitos, apesar da lei da natureza. Ao mesmo tempo, ainda que parece um paradoxo, tornar-se pai ou mãe é assumir que estamos amadurecendo e que nossa finitude é real. Portanto, ter um filho comporta uma condição ambivalente: gerar uma vida e aceitarmos que ela é finita. Nem sempre estamos preparados para isto. O ser humano não é um produto pronto e acabado. Ele é dinâmico e, no decorrer da vida, vai se transformando. É livre para escolher entre as muitas opções que a vida lhe apresenta. Esta escolha é vivenciada com inquietação, pois não é possível escolher tudo, então cada escolha comporta a renúncia de muitas outras possibilidades. Assim, você que está agora lendo este texto, o faz porque escolheu entrar no site e está deixando de ficar comodamente descansando, de ir ao cinema, estar com alguém querido. Por que fez isso? Talvez porque se deu conta de que nossa existência é repleta de escolhas. Desde a hora em que toca o nosso despertador podemos decidir se iremos acordar imediatamente para ir ao trabalho, se vamos ficar mais um pouco cochilando ou, ainda, se vamos levantar imediatamente. Se optamos por cumprir aquele compromisso (e sair da cama), outras opções vão se seguindo: a vestimenta, o que comer, o trajeto que vamos fazer, ir de metrô ou de carona... Nem sempre, porém, as opções que se nos apresentam são de fácil escolha. Há decisões difíceis de serem tomadas, o que acabam gerando uma grande angústia. A inquietação diante da liberdade de escolha é tanto maior, quanto mais importante for nossa decisão na vida, ou seja, ela determinará um caminho a seguir. Existem situações em que hoje fazemos uma escolha e que amanhã podemos recuperar ou mesmo postergar. Mas existem decisões que implicam em renuncias irrecuperáveis de coisas que são muito importantes em nossas vidas. Por isto, às vezes, prolongamos ao máximo o momento da escolha, pois desta forma nos iludimos fazendo de conta que podemos manter as duas possibilidades que, na verdade, são inconciliáveis. O nosso existir é incerto, pois se desenvolve num processo cheio de ambigüidades e de riscos, cuja imprevisibilidade nos impede de ter segurança ao agir. Quando realizamos os nossos planos, geralmente, eles se realizam de forma diferente daquela que havíamos idealizado. Existir é estar em constante processo, indo sempre adiante, caminhando para um futuro que está se abrindo diante de nós, com possibilidades imprevisíveis e incontroláveis. É por isto que precisamos ter coragem para existir, coragem para ser... Somos seres vivos, mas somos também mortais porque, ao mesmo tempo que vivemos, estamos morrendo um pouquinho à cada dia. Deste modo buscamos, de alguma forma, nos tornar mais perenes: "ter um filho, plantar uma árvore, escrever um livro". Boa escolha!

O processo da Ovulação

   A decisão foi tomada e você optou por ter um bebê! Neste momento, há informações preciosas para que tudo corra bem e a concepção possa acontecer dentro do planejamento do casal. Você já deve saber que mensalmente o seu útero se prepara para a concepção, num intervalo pequeno de quatro dias, como uma pequena janela que se abre. Esses dias são determinados pela ovulação de cada mulher, ou seja, quando os ovários liberam um óvulo maduro, ideal para a fertilização. O que ocorre é que, no último dia do seu ciclo menstrual, a mucosa interina (endométrio) se refaz e aproximadamente no quinto dia do ciclo, um óvulo amadurece dentro do folículo, situado em um dos ovários. Quando o folículo está maduro, em torno do 14o dia, ele se rompe e liberta o óvulo. Preparando-se para a Concepção A utilização de métodos contraceptivos não deve ser interrompida de uma hora para outra. Três meses antes da concepção é importante trocar a pílula anticoncepcional ou o DIU (Dispositivo Intra-Uterino) por diafragma ou preservativos para que o ciclo menstrual possa retornar ao normal. Esta medida é essencial para que antes da gravidez, a mulher tenha ciclos menstruais normais. Após este período, deve-se cessar qualquer método contraceptivo e acompanhar o período fértil da mulher. O momento mais propício para a concepção ocorre durante a ovulação, ou seja, de 12 a 16 dias antes do período menstrual. Neste período, há elevação da temperatura basal e mudanças importantes no muco cervical.